Bandeira Nacional
A Bandeira Nacional é um dos Símbolos Nacionais, assim como o são
o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional.
É o Símbolo
da nossa Pátria.O Símbolo do Brasil.
A Bandeira Nacional possui um hino específico: o Hino da Bandeira Nacional;
e um dia de comemoração: 19 de Novembro - Dia da Bandeira.
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Adotada
pelo Decreto nº 4, de 19 de novembro de 1889.
Regulada pela Lei nº 5.700, de 1º de setembro de
1971, alterada pela Lei
nº 8.421, de 11 de maio de 1992. |
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Desenho
modular
M (módulo) é um segmento retilíneo arbitrário
consoante o tamanho da bandeira. Assim, 14 M será sua
largura, 20 M será seu comprimento e 3,5 M, o raio do
círculo. |
Antes da bandeira atual, o Brasil teve outras 12 bandeiras.
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Bandeira de Ordem de Cristo (1332 - 1651)
A Ordem de
Cristo, rica e poderosa, patrocinou as grandes navegações
lusitanas e exerceu grande influência nos dois primeiros
séculos da vida brasileira. A cruz de Cristo estava
pintada nas velas da frota cabralina e o estandarte da Ordem
esteve presente no descobrimento de nossa terra, participando
das duas primeiras missas. Os marcos traziam de um lado o
escudo português e do outro a Cruz de Cristo.
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Bandeira
Real (1500 - 1521)
Era o pavilhão
oficial do Reino Português na época do descobrimento
do Brasil e presidiu a todos os acontecimentos importantes
havidos em nossa terra até 1521. Como inovação
apresenta, pela primeira vez, o escudo de Portugal
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Bandeira
de D. João III (1521 - 1616)
O lábaro
desse soberano, cognominado o "Colonizador", tomou
parte em importantes eventos de nossa formação
histórica, como as expedições exploradoras
e colonizadoras, a instituição do Governo Geral
na Bahia em 1549 e a posterior divisão do Brasil em
dois Governos, com a outra sede no Maranhão.
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Bandeira
do Domínio Espanhol (1616 - 1640)
Este pendão, criado em 1616, por Felipe II da Espanha,
para Portugal e suas colônias, assistiu às invasões
holandesas no Nordeste e ao início da expansão
bandeirante, propiciada, em parte, pela "União
Ibérica".
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Bandeira
da Restauração ( 1640 - 1683)
Também
conhecida como "Bandeira de D. João IV",
foi instituída, logo após o fim do domínio
espanhol, para caracterizar o ressurgimento do Reino Lusitano
sob a Casa de Bragança O fato mais importante que presidiu
foi a expulsão dos holandeses de nosso território.
A orla azul alia à idéia de Pátria o
culto de Nossa Senhora da Conceição, que passou
a ser a Padroeira de Portugal, no ano de 1646. |
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Bandeira
do Principado do Brasil (1645 - 1816)
O primeiro
pavilhão elaborado especialmente para o Brasil. D João
IV conferiu a seu filho Teodósio o título de
"Príncipe do Brasil", distinção
transferida aos demais herdeiros presuntivos da Coroa Lusa.
A esfera armilar de ouro passou a ser representada nas bandeiras
de nosso País.
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Bandeira
de D. Pedro II, de Portugal (1683 - 1706)
Esta bandeira
presenciou o apogeu de epopéia bandeirante, que tanto
contribuiu para nossa expansão territorial. É
interessante atentar para a inclusão do campo em verde
(retângulo), que voltaria a surgir na Bandeira Imperial
e foi conservado na Bandeira atual, adotada pela República.
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Bandeira
Real Século XVII (1600 - 1700)
Bandeira Real Século
XVII (1600 - 1700). Esta bandeira foi usada como símbolo
oficial do Reino ao lado dos três pavilhões já
citados, a Bandeira da restauração, a do Principado
do Brasil e a Bandeira de D. Pedro II, de Portugal.
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Bandeira
do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821)
Criada em conseqüência
da elevação do Brasil à categoria de
Reino, em 1815, presidiu as lutas contra Artigas, a incorporação
da Cisplatina, a Revolução Pernambucana de 1817
e, principalmente, a conscientização de nossas
lideranças quanto à necessidade e à urgência
de nossa emancipação política. O Brasil
está representando nessa bandeira pela esfera armilar
de ouro, em campo azul, que passou a constituir as Armas
do
Brasil Reino.
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Bandeira
do Regime Constitucional ( 1821- 1822)
A Revolução
do Porto, de 1820, fez prevalecer em Portugal os ideais liberais
da Revolução Francesa, abolindo a monarquia
absoluta e instituindo o regime constitucional, cujo pavilhão
foi criado em 21 de agosto de 1821. Foi a última bandeira
Lusa a tremular no Brasil.
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Bandeira
Imperial do Brasil (1822 - 1889)
Criada por Decreto de 18 de
setembro de 1822, era composta de um retângulo verde
e nele, inscrito, um losango ouro, ficando no centro deste
o Escudo de Armas do Brasil. Assistiu ao nosso crescimento
como Nação e a consolidação da
unidade nacional.
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Bandeira
Provisória da República (15 a 19 Nov
1889)
Esta bandeira foi hasteada
na redação do jornal "A Cidade do Rio",
após a proclamação da República,
e no navio "Alagoas", que conduziu a família
imperial ao exílio.
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A bandeira atual do
Brasil adotada pela República mantém a tradição
das antigas cores nacionais, verde e amarelo, do seguinte modo: um
losango amarelo em campo verde, tendo no meio a esfera celeste azul,
atravessada por uma zona branca, em sentido oblíquo e descendente
da esquerda para a direita, com a legenda, Ordem e Progresso, e pontuada
por vinte e uma estrelas, entre as quais as da constelação
do CRUZEIRO, dispostas na sua situação astronômica,
quanto a distância e ao tamanho relativos, representando os
Estados da República e o Município Neutro.
A Bandeira Nacional
foi adotada por decreto (redigido por Rui Barbosa) em 19 de novembro
de 1889, sendo alterada (a esfera celeste) sempre que um novo Estado é criado
ou extinto.
Foi projetada por Raimundo Teixeira Mendes, com a colaboração
de Miguel Lemos. O professor Manuel Pereira Reis, catedrático
em Astronomia da Escola Politécnica tratou da posição
das estrelas e o desenho foi executado por Décio Vilares.
A primeira bandeira republicana foi bordada por D. Flora Simas de
Carvalho.
Sua confecção, exibição e uso obedecem
a rigorosas normas.
Significados
dos Detalhes da Bandeira
O retângulo e
o losango estão presentes com as mesmas tonalidades na bandeira
imperial, mostrando que a bandeira republicana não rompeu definitivamente
com o Império.
O losango, em particular, é a representação da
mulher na posição de mãe, esposa, irmã e
filha.
A esfera é
o antigo símbolo do mundo, unindo o Brasil a Portugal através
de D. Manuel, em cujo reinado se deu o descobrimento.
Ela é também um antigo emblema romano, presente na bandeira
do Principado do Brasil instituída por D. João IV, onde
já constava a faixa branca (faixa zodiacal).
O verde da bandeira
tem muitos significados, pois remonta ao primeiro objeto que provavelmente
funcionou como bandeira: ramos de árvores arrancados em instantes
de alegria espontânea.
No bandeira do Brasil o verde tem outros significados históricos,
como a Casa de Bragança, a filiação com a França
e o estandarte dos Bandeirantes.
O amarelo recorda
o período imperial e, poeticamente, é a representação
do Sol.
Essa cor recorda a Casa dos Habsburgos e também a Casa de
Castela e a Casa de Lorena, a que pertencia D. Leopoldina, esposa
de D. Pedro
I.
Combinado ao verde, o amarelo irmaniza-nos com os povos africanos.
O azul, juntamente com o branco também remonta a nacionalidade
lusitana, bem como homenageia a história do Cristianismo e
a mãe de Jesus, padroeira de Portugal e do Brasil.
O branco, plenitude das cores, traduz os desejos de paz.
Vale destacar também
a ausência do vermelho e do preto, excluindo da bandeira lembranças
de guerras, ameaças e agressões.
A estrela
isolada é
Spica, a principal estrela (estrela alfa) da constelação
de Virgem.
Na bandeira do Brasil,
Spica tornou-se a representação do Estado do Pará,
pois este era o Estado da União com maior parte de seu território
acima da linha do equador (Amapá e Roraima tornaram-se Estados
somente em 1988).
Sua posição
na bandeira revela a extensão territorial do Brasil:
nenhum outro país do mundo, com dimensão geográfica
semelhante,
ocupa parte dos dois hemisférios da Terra.
Muitos pensam que a
estrela isolada representa o Distrito Federal
Mas o Distrito Federal é representado por uma estrela mais significativa do ponto
de vista simbólico: Sigma do Oitante.
Sigma do Oitante está numa região do firmamento bem
próxima do pólo celeste sul (que é a projeção
do pólo sul terrestre na esfera celeste).
Dessa posição
singular resulta que todas as estrelas visíveis no céu
do Brasil descrevem arcos em torno de Sigma do Oitante.
Assim, Sigma do Oitante pode ser observada de praticamente todo o
território brasileiro, a diferentes alturas do horizonte, sem
nunca nascer ou se pôr.
Está sempre
no céu, em qualquer dia e horário.
Este é, sem
dúvida, um significado bastante apropriado para representar
o Município Neutro da União.
A disposição
das estrelas na bandeira do Brasil reproduzem parte de uma esfera
celeste vista como se estivesse nas mãos de um artista, que
a inclinou segundo a latitude da cidade do Rio de Janeiro no dia 15
de novembro de 1889, às 12 horas siderais, instante em que
a constelação do Cruzeiro do Sul tem seu eixo maior
na vertical.Doze horas siderais correspondem às 08 h e 37
min da manhã. É portanto um céu diurno. O Sol
já está acima do horizonte e não é possível
observar estrela alguma no céu.
Ainda que fosse, suas posições estariam invertidas,
uma vez que observar o modelo de uma esfera celeste é como
ver o firmamento refletido
Regimento
Legal
LEI
N. 5.700 - DE 1º DE SETEMBRO DE 1971
CAPÍTULO
II
Da Forma dos Símbolos Nacionais
SEÇÃO I
Dos Símbolos em Geral
Art. 2o Consideram-se padrões dos Símbolos Nacionais
os modelos compostos de conformidade com as especificações
e regras básicas estabelecidas na presente Lei.
SEÇÃO II
Da Bandeira Nacional
Art. 3o A Bandeira
Nacional, adotada pelo decreto n. 4, de 19 de novembro de
1889,
com as modificações feitas da Lei n. 5.443, de
28 de maio de 1968 (Anexo n. 1) fica alterada na forma do Anexo
I desta lei, devendo ser atualizada sempre que ocorrer a criação
ou a extinção de Estados. (Refere-se à lei
N. 8.421 de 11 de Maio de 1992).
Parágrafo
Primeiro - As constelações que figuram na Bandeira
Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do
Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de
novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas
como vistas por um observador situado fora da esfera celeste.
(Modificação feita pela lei N. 8.421 de 11 de
Maio de 1992).
Parágrafo
Segundo - Os novos Estados da Federação serão
representados por estrelas que compõe o aspecto celeste
referido no parágrafo anterior, de modo a permitir-lhes
a inclusão no círculo azul da Bandeira Nacional
sem afetar a disposiçao estética original constante
do desenho proposto pelo Decreto n. 4, de 19 de novrembro de
1889. (Modificação feita pela lei N. 8.421 de
11 de Maio de 1992).
Parágrafo
Terceiro - Serão suprimidas da Bandeira Nacional as estrelas
correspondentes aos Estados extintos, permanecendo a designada
para representar o novo Estado, resultante de fusão,
observado, em qualquer caso, o disposto na parte final do parágrafo
anterior.
Art. 4o A Bandeira
Nacional em tecido, para as repartições públicas
em geral, federais, estaduais, e municipais, para quartéis
e escolas públicas e particulares, será executada
em um dos seguintes tipos: tipo 1, com um pano de 45 centímetros
de largura; tipo 2, com dois panos de largura; tipo 3, três
panos de largura; tipo 4, quatro panos de largura; tipo 5, cinco
panos de largura; tipo 6, seis panos de largura; tipo 7, sete
panos de largura. Parágrafo único. Os tipos enumerados
neste artigo são os normais. Poderão ser fabricados
tipos extraordinários de dimensões maiores, menores
ou intermediarias, conforme as condições de uso,
mantidas, entretanto, as devidas proporções.
| Relações
entre as estrelas e os estados da Federação |
Acre |
Gama da Hidra
Fêmea |
Amapá |
Beta do Cão Maior |
Amazonas |
Procyon (Alfa do Cão
Menor) |
Pará |
Spica (Alfa da Virgem) |
Maranhão |
Beta do Escorpião |
Piauí |
Antares (Alfa do Escorpião) |
Ceará |
Epsilon do Escorpião |
Rio Grande do Norte |
Lambda do Escorpião |
Paraíba |
Capa do Escorpião |
Pernambuco |
Mu do Escorpião |
Alagoas |
Teta do Escorpião |
Sergipe |
Iotá do Escorpião |
Bahia |
Gama do Cruzeiro do Sul
|
Espírito
Santo |
Epsilon do Cruzeiro do Sul
|
Rio de Janeiro |
Beta do Cruzeiro do Sul
|
São
Paulo |
Alfa do Cruzeiro do Sul
|
Paraná |
Gama do Triângulo
Austral |
Santa Catarina |
Beta do Triângulo
Austral |
Rio Grande do Sul |
Alfa do Triângulo
Austral |
Minas Gerais |
Delta do Cruzeiro do Sul
|
Goiás |
Canopus (Alfa de Argus) |
Mato Grosso |
Sirius (Alfa do Cão
Maior) |
Mato Grosso do Sul |
Alfard (Alfa da Hidra Fêmea) |
Rondônia |
Gama do Cão Maior |
Roraima |
Delta do Cão Maior |
Tocantins |
Epsilon do Cão Maior |
Brasília
(DF) |
Sigma do Oitante |
Art. 5o A feitura
da Bandeira Nacional obedecerá às seguintes
regras (Anexo n. 2):
I - Para cálculo
das dimensões, tomar-se-á por base a largura desejada,
dividindo-se esta em 14 (quatorze) partes iguais. Cada uma das
partes será considerada uma medida ou módulo.
II - O comprimento
será de vinte módulos (20M).
III - A distância
dos vértices do losango amarelo ao quadro externo será
de um módulo e sete décimos (1,7M).
IV - O círculo
azul no meio do losango amarelo terá o raio de três
módulos e meio (3,5M).
V - O centro
dos arcos da faixa branca estará dois módulos
(2M) à esquerda do ponto do encontro do prolongamento
do diâmetro vertical do círculo com a base do
quadro externo (ponto C indicado no Anexo n. 2).
VI - O raio
do arco inferior da faixa branca será de oito módulos
(8M); o raio do arco superior da faixa branca será de
oito módulos e meio (8,5M).
VII - A largura
da faixa branca será de meio módulo (0,5M).
VIII - As letras
da legenda Ordem e Progresso. serão escritas em cor verde.
Serão colocadas no meio da faixa branca, ficando, para
cima e para baixo, um espaço igual em branco. A letra
P ficará sobre o diâmetro vertical do circulo.
A distribuição das demais letras far-se-á
conforme a indicação do Anexo n. 2. As letras
da palavra Ordem e da palavra Progresso terão um terço
de módulo (0.33M) de altura. A largura dessas letras
será de três décimos de módulo (0.30M).
A largura dessa letra será de um quarto de módulo
(0.25M).
IX - As estrelas
serão de 5 (cinco) dimensões: de primeira, segunda,
terceira, quarta e quinta grandezas. Devem ser traçadas
dentro de círculos cujos diâmetros são de
três décimos de módulo (0,30M) para as de
primeira grandeza; de um quarto de módulo (0,25M) para
as de segunda grandeza; de um quinto de módulo (0,20M)
para as de terceira grandeza; de um setimo de módulo
(0,14M) para as de quarta grandeza; e de um décimo de
módulo (0,10M) para a de quinta grandeza.
X - As duas faces
devem ser exatamente iguais, com a faixa branca inclinada da
esquerda para a direita (do observador que olha a faixa de frente),
sendo vedado fazer uma face como avesso da outra.
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Uso da Bandeira
Regulado pela Lei Nº 5.700, de 1º de setembro de
19711971
COMPOSIÇÃO
ARTÍSTICA |
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Em
flâmulas, escudos e panóplias,igual
ou maior que as demais e em destaque |
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PROPORÇÃO
BANDEIRA E MASTRO |
EM
LINHA DE MASTROS |
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Sua
largura não deve ser maior que1/5 nem
menor que 1/7 da alturado mastro |
Posição
central ou mais próximado centro. Com número
par de bandeiras, à direita do dispositivo |
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EM
RECINTO FECHADO |
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Em
mastro, à direita da mesa |
Desfraldada,
acima da cabeça do presidente da sessão |
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EM
FUNERAL E LUTO OFICIAL |
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Colocada
sobre ataúdes |
A
meio-mastro, quando hasteada. |
| |
EM
DESFILES CIVIS
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Desfraldada
ou em mastro,destacada à frente das
demais
|
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PORTA-BANDEIRA |
SAUDAÇÕES
MILITARES |
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Posição
de descansar,ombro-armas e em continência |
Abater
espadas, continência individual e apresentar-armas |
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SAUDAÇÕES
CIVIS |
DESFRALDADA |
|
|
De
pé, descoberto, em silêncio e
com respeito |
Em
edifícios |
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REPRODUZIDA |
À NOITE |
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Em
aeronaves |
Deve
estar iluminada |
Nas escolas, públicas
ou particulares, é obrigatório o hasteamento
solene da Bandeira Nacional, durante o ano letivo,
pelo
menos uma vez por semana.
OBS:Lembre-se
Não se aplaude, Não se toca, Não
se Beija, Não se chora, Não se faz continencia
a Bandeira!! |
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Hino à Bandeira
Juvenil ou Varonil?
Retirado do Noticiário do Exército n.º 9352,
de 04 de fevereiro de 1998
Juvenil ou varonil ? Esta é
a dúvida que todo ano surge acerca da letra do Hino à
Bandeira, haja vista circularem versões contendo as duas
expressões.
Em face do problema, foi empreendida
uma pesquisa junto à Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro,
ao Centro de Documentação do Exército e
à própria biblioteca do Centro de Comunicação
Social do Exército (CCOMSEX).
O Hino à Bandeira surgiu
de um pedido feito pelo Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco
Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac para que compusesse um
poema em homenagem à Bandeira, encarregando o professor
Francisco Braga, da Escola Nacional de Música, de criar
uma melodia apropriada à letra. Em 1906, o hino foi adotado
pela prefeitura, passando, desde então, a ser cantado
em todas as escolas do Rio de Janeiro. Aos poucos, sua execução
estendeu-se às corporações militares e
às demais unidades da Federação, transformando-se,
extra-oficialmente, no Hino à Bandeira Nacional, conhecido
de todos os brasileiros.
O Boletim do 1º Trimestre
de 1906 da Intendência Municipal, publicado pela Diretoria
Geral de Polícia Administrativa, Arquivo e Estatística,
da Prefeitura do Rio de Janeiro, apresenta a letra e a partitura
do Hino à Bandeira, como resultado das gestões
de Francisco Pereira Passos. Nessa publicação
— a mais antiga dentre as levantadas — aparece
a palavra juvenil.
A 2ª edição
do livro "A Bandeira do Brasil", de Raimundo Olavo
Coimbra, publicada em 1979 pelo IBGE, em sua página
505, publica o hino com a palavra juvenil no estribilho.
Não existe nenhum ato
oficial do governo federal adotando ou modificando a letra do
Hino à Bandeira.
Diante do acima exposto, o CCOMSEX
decidiu publicar no NE a versão do Hino à Bandeira
que contém a palavra juvenil no estribilho, uma vez que
assim consta na publicação mais antiga do hino
que se tem notícia e considerando, ainda, a inexistência
de qualquer ato oficial do governo federal acerca do assunto.
Levou-se em consideração, finalmente, a participação
de organizações militares (OM) nas cerimônias
de culto à Bandeira em praças públicas.
Esses eventos, mediante incentivo de nossas OM, vêm contando
com presença significativa de estabelecimentos de ensino
civis, onde vigora a versão do hino com a expressão
juvenil no estribilho, havendo, portanto, a necessidade de uniformizar
o canto do Hino à Bandeira entre civis e militares.
Mais detalhes sobre o Hino à
Bandeira podem ser encontrados nas seguintes publicações:
- Enciclopédia de Educação
Moral, Cívica e Política, de Douglas Michalany
e Ciro de Moura Ramos, Editora Michalany, ano de 1973; e
- História de Nossos Hinos,
de Décio Leal Pereira de Souza, Biblioteca Nacional,
ano de 1991.
consulta:
http://www.exercito.gov.br/01inst/Hinoscan/juvenil.htm
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