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A
Ordem DeMolay é a maior e mais importante organização
fraternal juvenil do mundo, de fins filosóficos e filantrópicos,
na qual só podem ingressar jovens com idade de 13 à
21 anos.Procurando trabalhar a formação do caráter
dos jovens nos mais diversos aspectos, prepara-os para serem melhores
homens, cidadãos e líderes no futuro. Ensina a esses
jovens a importância de uma vida com retidão, baseada
em valores e ideais que devem ser cultivados, desenvolvendo o conjunto
de fatores que formam a personalidade de todos os homens de bem que
lutam pela emancipação pacífica e progressista
da humanidade. Ordem
DeMolay no Brasil e no Mundo
No Brasil
Foi trazida para o Brasil, em 1.980, pelo Maçom Alberto Mansur, que fundou o Capitulo Rio de Janeiro, em 16 de Agosto de 1980, e teve como primeiro Mestre Conselheiro o Irmão Jorge Mansur. Em 12 de Abril de 1985, é fundado o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil, dando soberania à Ordem no país. Com cerca de 250 capitulos e 20 mil jovens iniciados com 19.000 DeMolays ativos.
É a primeira instrução, por assim dizer, que passam àqueles que definitivamente ingressam na Ordem DeMolay. Um período de instrução que proporciona ao membro conhecer e assimilar um pouco da filosofia DeMolay, segundo as virtudes que lhes são apresentadas em nossas Cerimônias. Durante o grau iniciático, serão observados todos os trabalhos que o recém iniciado realizará junto ao seu grupo, com o intuito de desenvolver a Ordem, ajudar o próximo e menos favorecidos, seguir as virtudes e aprender sobre a Ordem DeMolay. Ritualisticamente, o grau iniciático representa a passagem do saber para o não saber; o candidato de 12 a 21 anos de idade, já possui uma bagagem de aprendizagem escolar e costumeira e, durante a iniciação, este desaprende o que já aprendeu. GRAU DEMOLAY O grau DeMolay vem trazer uma lição de vida inspirada na história da Ordem DeMolay. É uma oportunidade de acesso a uma parte da história da humanidade de que pouco se fala. Uma vez assistido esse grau, o jovem acrescenta a seu caráter uma grande lição que lhe ajudará no decorrer de sua vida. Nele, o espírito de liderança se desenvolve, ficando o jovem apto a administração de seu Capítulo. OFICIAIS DE
UM CAPITULO DEMOLAY Ocupa a mesma posição de um presidente em qualquer outra organização, ele fica responsável pelo Capítulo. É obrigação do Mestre Conselheiro traçar um programa de atividades sociais, pelo menos, uma para angariar fundos, um projeto de serviço cívico e atenção especial aos dias obrigatórios. É também obrigação do Mestre Conselheiro tomar conta dos rituais na ocasião das reuniões. As condições materiais de zelo e de controle ficará também a cargo do Mestre Conselheiro. Uma das funções do Mestre Conselheiro é representar o Capítulo tanto dentro como fora da Ordem DeMolay. O Mestre Conselheiro deve dirigir os trabalhos do Capítulo e decidir sobre os assuntos, sendo a palavra final dele, após ouvir todas as sugestões. O Mestre Conselheiro, e somente ele, deve nomear DeMolay's para fazerem a sindicância de cada candidato. Primeiro Conselheiro O Primeiro Conselheiro de um Capítulo deve estar preparado e sempre pronto para assumir os deveres e responsabilidades do Mestre Conselheiro. O Primeiro Conselheiro deve aliviar o trabalho do Mestre Conselheiro deve acompanhar todos os assuntos do Capítulo e estar por dentro dos mesmos. Segundo Conselheiro O Segundo Conselheiro tem o dever de treinar os novos iniciados em coisas básicas da ritualística sobre a Ordem DeMolay. Esta função é de grande importância, pois seus ensinamentos são necessários para um iniciático participar de uma reunião. Tesoureiro Deve cuidar da contabilidade do Capítulo. Apresentar todo final de mês um relatório sobre os gastos e saldo atual. Responsável pelo recebimento de taxas e pagamentos de contas do Capítulo. Deve fazer a manutenção do livro-caixa e o arquivamento de todos os recibos. Escrivão Deve recolher todas as correspondências do Capítulo. Deve apresentar e ler as cartas em reunião. Deve responder e enviar todas as cartas imediatamente quando solicitado. Deve cuidar do livro de Atas. Deve fazer o preenchimento de formulários do Capítulo e envio dos mesmos. Receber e apresentar as fichas dos candidatos. Controlar os endereços dos DeMolay's, bem como os dados referentes a eles também. Nunca deve deixar acumular os seus deveres! Orador Deve corrigir erros ritualísticos individuais ou coletivos do Capítulo. Passar sempre uma mensagem ao final de cada reunião. Apresentar sugestões que visam facilitar os trabalhos do Capítulo. Deve ter conhecimento profundo da Constituição, Estatuto e Regimento Interno. Deve orientar o Mestre Conselheiro e o Capítulo sobre as possíveis irregularidades. Ler (com todos de pé) e arquivar todos os atos e decretos provenientes do Supremo Conselho, bem como a verificação da aplicação dos mesmos. Primeiro e Segundo Diácono Arrumar a Sala Capitular antes e depois das reuniões. Cuidar, retirar e guardar todos os materiais necessários para a arrumação da sala (exceção dos rituais). A manutenção dos materiais também é sua função. Verificação e solicitação ao Mestre Conselheiro e Tesoureiro para a compra de velas e incensos para o Capítulo. Primeiro e Segundo Mordomo Cuidar da distribuição, manutenção e de guardar as capas e jóias dos Oficiais. Manutenção da biblioteca, fazendo o controle de retirada e devolução dos livros. Cuidar do controle de empréstimos de gravatas ou qualquer roupa ou paramento DeMolay. Hospitaleiro Fazer ao final do mês um relatório dos fundos da hospitalaria. Apresentar sugestões para onde deve ser feito as doações do Capítulo. Avisar à todos sobre as reuniões extraordinárias ou qualquer outro tipo de aviso, desde que solicitado diretamente pelo Mestre Conselheiro. Organista Manutenção do som, das fitas e compact discs do Capítulo. Escolher músicas para as reuniões e melhorar o ambiente. Deve sempre melhorar o repertório do Capítulo, colocando e acertando as músicas às situações. Capelão Procurar saber sobre os DeMolay's com problemas de doenças ou qualquer outro problema. Dedicar a Cerimônia das Nove Horas à uma entidade ou alguém necessitado. Porta-Estandarte Carregar o Estandarte e apresentá-lo em outros Capítulos ou em reuniões especiais. A manutenção do estandarte também é sua função. Sentinela Verificar os paramentos dos DeMolay's, não permitindo a entrada dos que não estiverem paramentados. Providenciar para os convidados atrasados ou não, lugares para se sentar. Mestre de Cerimônias Deve organizar a fila dos Oficiais. Procurar da melhor forma possível substitutos para os oficiais que estiverem vagos. Verificação dos DeMolay's visitantes que nunca se reuniram com membros do Capítulo e que tenha provado ser um DeMolay. Recolher os nomes de todas as autoridades presentes, DeMolay ou não, e apresentar na chamada à sala. Verificar tudo e conferir se falta alguma coisa na Sala Capitular após os Diáconos arrumarem (início e término das reuniões). Preceptores São 7 (sete)
preceptores. Eles devem substituir os oficiais do Capítulo
em caso de falta. Servir como adjunto em determinados cargos também
é sua função.
A 1ª (primeira) vela simboliza o Amor Filial, o amor entre pais e filhos, aquele amor que já existe antes de nascermos e permanece conosco por toda nossa vida, e nos seguirá até mesmo além do túmulo. A 2ª (segunda) vela simboliza a Reverência Pelas Coisas Sagradas. Um jovem, atravessando o limiar de DeMolay pela primeira vez, manifesta uma profunda e permanente fé em um vivo e verdadeiro Deus. Sem esta sólida fé e a graça de nosso Pai Celestial, nossos trabalhos seriam em vão. A 3ª (terceira) vela significa a Cortesia, uma cortesia que excede a amizade, uma cortesia que alcança o desconhecido, os idosos, todos os homens.É esta cortesia que traz um sentimento caloroso, e torna esta vida mais agradável para o próximo, pois ilumina o caminho diante de nós. A 4ª (quarta) vela, ao centro, significa simbolicamente o Companheirismo. Milhões de jovens iguais a nós se ajoelharam neste Altar simbólico e se dedicaram aos mesmos elevados princípios de boa filiação e boa cidadania.Enquanto nós permanecemos fiéis a essas promessas, enquanto existir uma Ordem DeMolay, nós estaremos unidos. A 5ª (quinta) vela, significa Fidelidade. Um DeMolay não pode nunca por motivo justificado ou não, ser falso a seus votos, suas promessas, seus amigos, seu Deus. Ele é chamado diariamente a defender os baluartes e preceitos da Ordem DeMolay de modo que nunca possa fracassar como líder e como homem. A 6ª (sexta) vela, é símbolo da Pureza de cada pensamento, palavra e ação. Somente com Pureza, pode um DeMolay ser digno representante de nossos elevados ensinamentos. A 7ª (sétima) vela é o emblema do Patriotismo. Talvez nós nunca sejamos chamados a defender nossa Pátria no campo de batalha, porém cada dia apresenta novas oportunidades para firmarmo-nos como bons e corretos cidadãos a serviço daquela querida Bandeira, e de nossa reverenciada Pátria. Todas as virtudes se relacionam entre si, mas como, no centro das Sete Virtudes Cardeais, está a vela do Companheirismo, esta é que melhor se associa com as demais Virtudes. Companheirismo com Amor Filial - Este é o companheirismo com o seu pai e com sua mãe, que o bom filho não é somente um filho,mas também um amigo, um companheiro que divide os momentos de alegria e tristeza com seus pais. Companheirismo com Reverência Pelas Coisas Sagradas - Um bom companheiro, um bom amigo só o leva para um bom caminho, um caminho limpo, de alegria e beleza, e você quer um caminho mais limpo e belo que é o caminho que leva ao encontro de Deus. Companheirismo com Cortesia - Você deve ser um companheiro cortês, que trate seus amigos, seus companheiros, com atenção e educação. Seja cortês não só com seus amigos, mas com todas as pessoas e assim elas te respeitarão, por você ser um homem fino e educado. Companheirismo com Fidelidade - Todos nós devemos ser fiéis tanto com nossa Pátria, com nossa religião, com nossos pais e também com nossos companheiros e amigos, porque se os trairmos uma vez, talvez eles não mais nos considere como seu verdadeiro amigo. Companheirismo com Pureza - Nós devemos ser puros de palavras, pensamentos e ação. Nunca devemos desejar, falar ou fazer mal a um amigo, nem se formos tentados a tal erro. Antes de desejarmos ou fazer algum mal, devemos conversar ou esclarecer, talvez seja somente um grande mal-entendido.. Companheirismo com Patriotismo - Quando completamos 18 anos somos chamados a fazer um treinamento para que se um dia formos chamados a defender nossa pátria em um campo de batalha assim nós o faremos. Neste período convivemos com várias pessoas e fazemos muitos companheiros e amigos, este é um período muito bonito em nossa vida. DEMOLAY
E RELIGIÃO
Nas Cerimônias de Iniciação e outras, os Jovens DeMolays prestam o seu Juramento sobre o Livro Sagrado da Religião, onde cada um julgue existir as Verdades pregadas pelos Profetas de sua Fé. Assim, o Juramento deve ser prestado sobre o Livro Sagrado da Crença do Iniciado. No Brasil, por sermos um País Cristão de maioria Católica, é utilizada a Bíblia Sagrada em todos os Capítulos, inclusive sendo proibida qualquer reunião DeMolay que não tenha a Bíblia com as páginas abertas. Diz a Ordem DeMolay:" ...Amigo, em nosso Capítulo, não ensinamos nenhum Credo. Vossas opiniões religiosas são Sagradas e a Vós pertencem, porém encarecidamente, vos pedimos não esquecer a Santidade da Fé, a Beleza da Humilde confiança na Bondade de Deus.. Procuremos ser Filhos fiéis do "Pai Universal". O mundo respeita mais a vontade do Jovem que tem Profundas convicções religiosas, e que tem a coragem de viver de acordo com as normas de moral, baseadas na certeza de que todas as Bênçãos deste mundo provém de Deus..." Não sendo a Ordem DeMolay uma religião ou Seita Religiosa, podemos certamente dizer que ela é uma Escola Filosófica e Iniciática para os jovens, baseada na Moral Maçônica, em uma Doutrina de Universalidade, União, e Fraternidade. Com propriedade, a Maçonaria retirou as virtudes e preceitos das Antigas Ordens da Cavalaria, transmutando-os em um Código de Ensinamentos para o aperfeiçoamento dos jovens DeMolay's, e engrandecimento da Humanidade. A Ordem DeMolay abomina o ateísmo, proveniente da descrença e ignorância, bem como qualquer deturpação religiosa que venha a degradar espiritualmente o Ser Humano e/ou torná-lo escravo em seu próprio mundo, através do Fanatismo. Um jovem que desejar ingresso na Ordem DeMolay não poderá ser Ateu, antes de tudo deverá crer na Existência de um Ser Supremo. Comumente os Jovens
DeMolay's referem-se à Deus como "Pai Celestial",
sendo este um costume tão antigo quanto a origem da Ordem,
mantido em todos os Capítulos do Mundo, e de profundo significado
iniciático. "Lembremo-nos das deformações
dos antiqüíssimos conceitos religiosos - escreve Max Muller
- e nos edfrontaremos com constatações surpreendentes.
O Deus Supremo recebeu o mesmo nome, quer na Mitologia Indiana, quer
na Helênica, Itálica, e Germânica : Foi Dyaus em
Sânscrito, Zeus em Grego, Júpiter em Latim, Tiu (Wotam)
em Germânico. Milhares de anos antes do tempo dos Vedas e de
Homero, os progenitores de toda a Raça Ariana adoravam um Ser
Indivisível, com um mesmo nome: O da Luz e do Céu...
A palavra Dyaus não indicava simplesmente o Céu personificado;
nos Vedas encontramos "Dyaus Pater", em grego "Zeus
Pater", em latim "Júpiter" (depois Júpiter)
todas expressões que derivam daquela usada antes das três
línguas - como anota Churchward - fossem separadas, quando
estas palavras significavam "Pai Celestial", ou "Pai
do Céu", denominação hoje usada pela Ordem
deMolay quando se refere a Deus
O CONSELHO
CONSULTIVO Texto baseado do Capítulo “Ouro Fino”, n.º 416 da Ordem DeMolay
A ÉTICA
DEMOLAY que não tenham ainda 21 anos de idade; que professem uma crença em Deus e reverenciem seu Santo Nome; que afirmem lealdade a seu País e respeito à Bandeira Nacional; que abracem à prática de moral pessoal; que façam votos de seguirem os elevados ideais das Sete Virtudes Cardeais; que aprovem a filosofia da Irmandade Universal do homem e a nobreza de caráter exemplificada pela vida e morte de Jacques DeMolay; que estejam cientes de que o ingresso na Ordem DeMolay, que não é uma associação maçônica juvenil, não lhes garantirá, no futuro, a Iniciação num Corpo Maçônico. Tendo essas condições iniciais satisfeitas, o DeMolay busca o aperfeiçoamento do seu caráter segundo as Sete Virtudes Cardeais. Na busca deste ideal, podemos notar algumas características nos DeMolay's, as quais nós chamamos de "Ética de um DeMolay": um DeMolay serve a Deus; um DeMolay honra todas as mulheres; um DeMolay ama e honra seus pais; um DeMolay é honesto; um DeMolay é leal a ideais e amigos; um DeMolay executa trabalhos honestos; um DeMolay é cortês; um DeMolay é sempre um cavalheiro; um DeMolay é um patriota tanto em tempos de paz quanto em tempos de guerra; a palavra de um DeMolay é tão válida quanto sua confiança; um DeMolay permanece inabalável a favor das escolas públicas; um DeMolay sempre possui a fama de um bom cidadão cumpridor de leis; um DeMolay é orgulho de sua Pátria, de seus pais, de sua família e de seus amigos; um DeMolay, por preceito e exemplo, deve manter os elevados níveis aos quais ele se comprometeu. "Tenhamos o conhecimento
de que, infelizmente, uma minoria dos jovens que são Iniciados
em nossa Ordem não têm o coração e a alma
Iniciados". O JOVEM E A
ORDEM DEMOLAY Isto tem induzido alguns
a perguntar através dos anos: A Ordem DeMolay vigorosamente encoraja pensamentos originais, planos criativos, responsabilidade na tomada de decisões e ação cooperativa, além de proporcionar uma atmosfera que dá ao membro chances de ter sucesso... bem como fazer amizades e aprender com os erros. Para tirar proveito, o DeMolay deve preparar-se para participar e envolver-se, porque, como um DeMolay, ele faz parte de uma organização muito especial, na qual ele terá a oportunidade única de experimentar uma variedade de atividades, em caminhos que simplesmente não são possíveis apenas em sua escola, clube, igreja e vida familiar. Por exemplo: Atléticas - Diversão e bom condicionamento físico, essas atividades são um grande caminho para aprender a trabalhar em conjunto, ser paciente, e os valores da competição e espírito esportivo. Social - DeMolay's freqüentam casual e formalmente festas e danceterias. Isto proporciona uma grande chance para se divertir, namorar, ou mesmo encontrar novos amigos. Serviço Comunitário - A Ordem dá oportunidade para o DeMolay fazer algo para sua comunidade. Ajudar uma família necessitada, ou fazer uma criança desesperançada a sonhar verdadeiramente. Essas oportunidades raramente não são encontradas em outras organizações. Auto Expressão - Há algumas oportunidades na Ordem DeMolay para desenvolver a criatividade e escrever textos; conversar e desenvolver habilidade dramática, bem como a prática de outros talentos artísticos ou criatividades interessantes. Cerimônias e Observâncias - Diferente de algumas outras organizações juvenis, a Ordem DeMolay dá a chance ao membro para participar em inspiradas e significativas cerimônias para a construção de uma fundação de valores morais e espirituais que permanecerá até o final da vida do membro. Além de ter observâncias especiais chamadas "dias obrigatórios", que dá ao jovem tempo para observar aspectos importantes das personalidades, famílias e comunidade. Reuniões Capitulares - As reuniões regulares do Capítulo envolverá o DeMolay nos trabalhos do Capítulo. O membro discutirá idéias e será ouvido nos debates do Capítulo. Essas reuniões incluem programas educacionais, atividades sociais e iniciação de novos membros, etc.. Liderança no Capítulo - O DeMolay também terá a oportunidade de ser um líder em seu Capítulo. Ele poderá servir como um Oficial eleito ou nomeado. Aprenderá a comandar por experiência, desenvolvendo prática em dinâmica humana, gerenciamento, orçamento, procedimentos parlamentares, comunicação efetiva, trabalho comunitário e liderar outros grupos por seu próprio exemplo. Ritual - O Ritual DeMolay é outro importante caminho para participar em nossa Fraternidade. O Ritual nos faz especial. Enquanto outros grupos de jovens podem ter Cerimônias, nenhuma é mais bonita ou tão impressionante quanto as que se encontram na Ordem DeMolay. O membro terá a chance de participar e executar Cerimônias para outros; então, com essas lições especiais, eles podem ensinar, passando-as para novos membros do Capítulo. Há um consagrado grupo de Oficias e membros para executar nosso cerimonial de graus em uma conduta elevada. Esta especial marca de trabalho em conjunto é uma qualidade comum nos Capítulos DeMolay. Trabalhando com voluntários
adultos - Maçons e outros voluntários adultos servem
como "Conselheiros" para cada Capítulo DeMolay. O
DeMolay terá a oportunidade de trabalhar com esses líderes
da comunidade, e se interar com eles nas atividades. Eles fornecem
seus talentos e experiências para ajudar um ou mais jovens na
Ordem DeMolay. Alguns podem também carregar com eles os princípios
e tradições da Maçonaria, sob os quais nossa
Ordem foi fundada. Alguns Conselheiros são membros exemplares.
Por causa da sua dedicação e devoção pela
Fraternidade, eles dedicam parte de seus tempos pela Ordem DeMolay.
Foi fácil para os mercadores incentivar as expedições militares, explorando as desventuras por que passavam os fiéis, que desde o século IV peregrinavam a Jerusalém. No século VII, Roma tinha estabelecido as peregrinações entre as penitências canônicas, aumentando o afluxo de peregrinos, especialmente europeus. Surge mais um problema com o aumento da agressividade dos turcos seldjúquidas que chegam em 1095, com grande ameaça, até as portas de Constantinopla. A Europa começou a levar muito a sério a criação de uma expedição punitiva e recuperadora dos Santos Lugares, que recebeu o nome da I Cruzada. Em fins do século XI, o Papa Urbano II dirigiu-se ao sul da França onde estava reunido o Concílio de Clermont, lançando veemente apelo aos cristãos presentes (ano 1095) que fanaticamente juraram colocar suas armas e suas vidas a serviço da Igreja na luta contra os infiéis, com o grito de guerra “Deus o quer”. Entre os anos 1096 e 1270 houve oito Cruzadas oficiais e no decorrer delas o mundo Ocidental percebeu que era necessário criar grupo paramilitares para receber funções paralelas, tais como policiamento, preservação da fé religiosa (aliás muito importante), atendimento médico, organização jurídica das terras conquistadas etc. e ele tinha dentre os Templários o mesmo significado que tem para nós maçons, que não é outro senão o reconhecimento da Razão de que o Homem está dotado e se encontra contido dentro do crânio. Fora dos crânios houve outro tipos de cabeças de forma estranha achadas nas Casas dos Templários e que nenhum dos interrogados soube dar uma explicação certa, seja por ignorância, ou fingir ignorância, e os inquisidores, pelas razões não insistiram. O Julgamento dos Templários A Ordem não foi extinta, continuando com sua existência jurídica aqui no Brasil Em 1300, a Ordem dos Templários estava em seu apogeu, no que concerne a poderio econômico e temporal. Reinava em França, de 1285 à 1314, Felipe IV, chamado de “Felipe, o Belo”, indivíduo inescrupuloso e amoral. Vagando na Cátedra de São Pedro, Felipe usou toda a sua influência, conseguindo a eleição de seu protegido - Beltrand de Goth - que assumiu o nome de Clemente V. Com um Papa que era títere e a sede do papado em Avignon, (França) o Rei multiplicara seus poderes. As riquezas da Ordem exerceram seu inquestionável fascínio em Felipe, que engendrou um plano para apossar-se dos haveres dos Templários. De inopino, Felipe, no dia 13 de outubro de 1307, mandou prender todos os Templários que se encontrassem em França: só em Paris foram presos cento e quarenta Cavaleiros. No dia 22 de novembro, Felipe consegue, do Papa, ordem de prisão para todos os Templários, de todos os países. Os Templários presos foram imediatamente submetidos a torturas; de 19 de outubro a 24 de novembro, cento e trinta e oito Cavaleiros foram torturados impiedosamente. O historiador Marcel Lobet, escreve, em sua Historie Mystérieuse et Tragique des Templiers, à pág. 172: “a tortura foi empregada durante os interrogatórios e isso virá a ter grande importância para o que se seguirá. Com efeito, tendo os acusados confessado durante os tormentos, não ousaram, mais tarde, retrata-se pois, segundo o espírito da Idade Média, era gravíssimo negar uma culpa precedentemente confessada”. Sim, porque quem assim era considerado reincidente, pois, perseverare diabolicum... Em 1314, o Grão-Mestre Jacques de Molay e o Preceptor da Normandia, Geoffroy de Charnay são queimados, na Ilhota dos Judeus, no Rio Sena, em Paris. Há um erro, que a maioria das Enciclopédias comete, já que uma copia a outra, sem se dar ao trabalho de realizar pesquisa histórica. O Papa não podia extinguir a Ordem dos Templários. Não poderia, com uma Bula, extinguir uma pessoa jurídica de Direito Privado. Daí, fê-lo de forma indireta, ou seja, decretando a interdição aos cristãos e a excomunhão dos Templários, através da Bula Vox Clamantis. Assim, o interdito implicava, para os cristãos, a proibição de participar da Ordem e, àqueles que dela faziam parte, a excomunhão. Dessa forma, no mundo cristão, indiretamente, estaria a Ordem extinta; não pela Bula, que não tinha esse alcance, mas pelo esvaziamento do elemento humano. O Eminente Desembargador Antonio Carlos Alves Braga do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, e Professor Titular de Direito Civil da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, em magistral trabalho apresentado na Primeira Convenção Nacional de Estudos Templários, analisou profundamente, sob o ponto de vista jurídico, a Bula Vox Clamantis. Diz Sua Excelência; “O Papa Clemente V reconhece na Bula, que não pode, de direito, extinguir a Ordem. Impõe, contudo, a interdição. Diz a Bula; “Cum eam super hoc secundum inquisitionem etprocesses super his habitos non possumos ferre de jure sed per viam provisionis seu ordinations apostolicae”. Omissis, isto é, “A Bula, pois, deitou sobre os membros da comunidade Templária, pena de censura, atingindo individualmente seus integrantes que houvessem cometido algum atentado contra a Fé. Nada mais. Pena de censura não tem força extintiva”. E, continua Sua Excelência; “Ora, a existência jurídica da ordem dos Templários nada tem com o poder espiritual do Papa. Ele podia - e o fez - punir com a interdição e excomunhão seus membros, sem afetar em nada a estrutura jurídica da entidade”. “Seguindo-se esse raciocínio, fácil é concluir que erram aqueles que afirmam ter sido a Ordem dos Templários extinta pela Bula do Papa. Ela nunca foi extinta, embora recaísse sobre seus membros a pena de censura deitada pelo Pontifíce”. E não poderia ser outro o raciocínio lógico-jurídico: a Ordem surgiu soberana e independente, não sendo vinculada hierarquicamente a Igreja de Roma, ou a ela subordinada. Através de ato arbitrário, teve seus bens confiscados, mas tal ato não implicou sua extinção, posto subsistir ela independentemente de seu patrimônio Tanto é verdade que, em 1478, assumiu o cargo de Grão-Mestre da Ordem dos Templários, Roberto de Lenoncourt, Arcebispo de Rheims. Inaceitável pensar-se que uma das mais importantes cidades francesas, aceitasse o cargo supremo de uma Ordem extinta. Inúmeras outras personalidades ocuparam o Grão Mestrado. O Comandante da Armada que trouxe ao Brasil, em 1808, a Família Real portuguesa, o almirante inglês, Sir Sidney Smith, era, à época, o Grão-Mestre da Ordem do Templo. Portanto, a Ordem Soberana e Militar do Templo de Jerusalém, conhecida como Ordem do Templo, ou Ordem dos Templários, não foi e não está extinta, continuando com sua existência jurídica no Brasil e sendo reconhecida em vários países. "Non nobis Domine non nobis sed Nomini Tuo ad gloriam" História Iniciática Dos Templários O azar é uma ilusão mental. Somente os ateus ignoram ou rejeitam a presença de Deus, ligando o destino ao azar. O azar é a contradição de Deus que é perfeição absoluta. No cosmos, que é Ordem por excelência, nada é fruto do azar. Tudo é regido por leis exatas, harmoniosas, que não dão nenhuma margem à fantasia. . No universo, "tudo é números, peso e medida" diz a Bíblia. A Ordem do templo, regida pelas leis do Universo, e por seu próprio ciclo, não poderia jamais ter surgido por azar, ou por Geração Espontânea, nem pela vontade dos homens. Não é necessário ser um grande historiador, para se convencer que o surgimento da Ordem do Templo em 1118, foi de um caráter providencial. Lembremos os traços da presença na Palestina, em 1104 do Cavaleiro francês "Huges", o Conde de Champagne. Ele tinha então 28 anos em perfeita saúde, porém não participava das ações de guerra, nem dos assuntos políticos ou administrativos do Reino de Jerusalém, inaugurado por Godefroy de Bouillon (Godofredo de Bulhões) em 1099. Ele fez importantes pesquisas que duraram 4 anos, antes de retornar à França com um certo número de Manuscritos, uns em árabe, e outros em hebraico. Huges de Champagne confiou esses documentos a seu amigo Pierre de Cluny, o Superior dos Monges "Cistirciens", que os estudou minuciosamente, após decifrá-los. Enorme tarefa que durou 6 anos, nos quais o Conde de Champagne retornou brevemente à Palestina. Tudo indica que sua rápida viagem teve por principal objetivo confirmar, "In Loco", as informações contidas nos Manuscritos. Confirmação bem positiva, considerando que, a partir daquele momento, o projeto templário pegou corpo rapidamente, e de maneira singular. Na mesma época apareceu uma figura extraordinária, um Homem excepcional, que dominou a Idade Média, e que tinha por nome Bernardo . O Conde de Champagne, então fez a doação de uma de suas propriedades à Ordem de Cristo, para a construção de uma nova Abadia, tinha ele somente 2 anos de Hábito, mas trouxe com ele a maior parte de sua família e numerosos amigos. Em torno do jovem Bernardo de Calirvaux e de Huges de Champagne se agruparam oito outros cavaleiros, escolhidos por eles. É iniciada novamente a Busca do "Santo Graal", pois eles sabiam onde encontrar a "Taça do Saber", ou melhor, o "Depósito Sagrado da Antiga e Nova Aliança". A data fixada pela Providência para o Nascimento Iniciático da Ordem do Templo foi de 12 de Junho de 1118. Naquele dia os 9 Cavaleiros reunidos na Cripta do Castelo de "Arginy", perto de Lyon, em comunicação espiritual com Bernardo e seus Monges em Clairvaux, iniciaram uma prodigiosa aventura, em total independência dos Poderes Temporais, sem autorização Real ou Papal de alguma espécie, em total Liberdade. Os 9 Cavaleiros que se denominaram de "Pobres Soldados do Cristo", partiram para Jerusalém, e durante 9 anos trabalharam exclusivamente sobre o Plano Metafísico, sem participar nos combates e nem na Política. Quando, após naquele longo retiro, eles retornaram à Europa as Portas da Cristandade abriram-se magicamente para eles. Um Concílio foi convocado pela Igreja, especialmente para reconhecer a Ordem dos "Pobres Soldados de Cristo", que não foi jamais vista antes nem depois. É evidente que as Ordens Militares de Cavalaria surgiram na Idade Média de maneira absolutamente mágica e providencial, com uma indiscutível maneira e caráter esotérico e espiritual. A partir de 1128, a Ordem do Templo adquiriu uma possante estrutura e uma Força Armada. Seus Organismos e Corpos Imponentes serviram de Templo à uma "Alma Templária" construída e modelada pelos 9 Cavaleiros, uma Alma suficientemente forte para animar e manter o "Sentimento do Graal", uma alma suficientemente pura para realizar a Missão Esotérica que lhe foi confiada. Não há dúvida que a Ordem surgiu iniciáticamente quando recebeu sob sua guarda os Despojos Sagrados da "Antiga e Nova Aliança" - Quando descobriu a "Palavra Perdida", que lhe conferiram uma missão correspondente, uma Missão Secreta somente conhecida pela Alta Autoridade da Ordem, seus Iniciados e Sucessores... Seria infantil, para alguns crer que a providência Fez a Ordem do Templo nascer para ser uma Ordem Militar com a finalidade de defender Jerusalém, ou para guardar o Santo Sepulcro, ou para proteger os itinerários de peregrinação aos lugares santos. Os historiadores mesmo não acreditam nesta versão, mas são obrigados a se contentarem com as conjecturas, pois não puderam descobrir nenhum documento sobre a Missão Esotérica da Ordem. Em nossos dias, a Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz poderia ser de grande ajuda neste sentido... Quando em 13 de outubro de 1307, os Esbirros do Rei de França entraram nas Comendadorias, eles não acharam nenhum "tesouro" nem nenhum arquivo sobre a Vida Secreta dos Templários. Tal fato tinha a algum tempo sido preparado, pois a "Autoridade Terrestre da Ordem tinha sido avisada" da iminência do perigo, da Prova de Sacrifício que deveria aceitar, sem saber certamente de que consistiria exatamente. Jacques DeMolay escreveu seu Testamento dois anos antes de 1314, e as Estruturas Secretas foram montadas em vista da ocultação da Ordem. A Ordem do Templo, em 1307, possuía o Exército mais importante da Europa, o mais disciplinado, o melhor armado, e o melhor treinado para os combates ininterruptos na Palestina e na Espanha. Curioso que este Exército não reagiu ao ataque do Rei de França. Porquê ? Insolúvel mistério para os historiadores. Os numerosos livros que foram escritos sobre os templários, no curso dos 671 anos que nos separam de sua ocultação definitiva em 1318, se inspiraram em grande parte em uma única sorte de informações, que foram fornecidas pela Igreja, através dos Tribunais da Inquisição. Hoje uma grande maioria dos historiadores, e jovens de todo o mundo rendem justiça aos Templários. Isto não é maravilhoso ? Os escritores falam daquilo que eles conhecem, ou do que sua fértil imaginação lhes sugere. Eles nunca escreveram sobre a "Alma do Templo" porque ignoram-na totalmente, porque isto é um Domínio Sagrado onde os profanos não penetram. Enquanto os Exércitos dos Templários guerreavam na Palestina e na Espanha, os Colégios de Iniciados na Ordem, os Homens dos Castelos-Fortes e das Comendadorias, em suas Igrejas e Criptas, trabalhavam com vontade e ardor, mas secretamente, porque naqueles tempos a Alquimia, a Magia, e mesmo a Astrologia eram consideradas como Ciências do Diabo; e os Templários construíram as Magníficas Catedrais góticas, tornaram-se Pedreiros Livres. Durante os 9 anos passados em Jerusalém, nas ruínas do Templo de Salomão, os 9 Cavaleiros sob a Direção do Arquiteto da Época - André de Montbard, recuperaram os Despojos dos Cabalistas Essênios, seus irmãos de uma manifestação de "Uma mesma Egrégora", que lhes deram a Inspiração Espiritual que só pode dar Vida aos novos Templos da Virtude e do Espírito". Eles não precisavam somente de um Saber Técnico, mas também um Fundamento Espiritual para a construção de um Edifício correspondente à Estrutura Cósmica. A Ordem do Templo na Idade Média foi desmantelada, dissolvida, dispersada, mas sua Alma permanece intacta e pura através dos Tempos, pois ele é inacessível ao poder político e religioso. Ela faz parte do "Templo Espiritual", o Templo de sempre, Ela é eterna. Da mesma forma que a "Palavra Perdida", a alma e essência dos Templários, tornou-se a Pedra Angular de seu desenvolvimento, da mesma maneira se sucedeu na "Ordem dos Filhos da Luz", chamados oficialmente pela história como Essênios. A "Alma do Templo" permanece intacta e reencarnada em nosso Tempo, para o preparo de uma "Nova Era". A "Alma do Templo"permanece a mesma, não tendo se modificado em nada: Ela possui a Missão Metafísica de levar a bom termo o "Retorno ao Paraíso". Como os Antigos Irmãos Essênios, os precursores, os Templários de hoje, sob uma manifestação exterior e nova denominação, trabalham num Mundo em mutação que não os pode entender: "Ils ont La Voix de Celui qui clame dans le Désert: Redressez les chemins du Seigneur! ". Como já se passaram mais de 2000 anos, somente um pequeno número de Iniciados espera o seu retorno. As religiões Cristãs não souberam ainda decifrar o Apocalipse, e por isso não dão mais crédito aos "Profetas". A missão atual dos Sucessores dos Antigos Templários é preparar o retorno glorioso do "Verbo Encarnado", da "Palavra Perdida" e de ajudar a Terra e a Humanidade em uma passagem que se anuncia como dolorosa, de fornecer aos homens que possam entender as Chaves Iniciáticas da sobrevivência, e testemunhem sobre os Três Planos", como João Batista, e nossos Irmãos Essênios Cargos da Ordem dos Templários: Grão Mestre A ORDEM DA CAVALARIA Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques de Molay.
A Cavalaria foi um sistema de ideais éticos desenvolvidos entre os Cavaleiros da Europa medieval. Surgindo fora do FEUDALISMO do período, combinou as virtudes militares com aquelas do Cristianismo, como é contado na lenda de ARTUR na Inglaterra os CHENSONS de GESTE da França medieval. A palavra Cavalaria é derivada do francês CHEVALIER, a qual significa Cavaleiro (aquele que monta cavalos). A Cavalaria foi um código de condutas no qual os Cavaleiros supostamente se guiavam. Em adição à destreza e valor militar, lealdade a DEUS e aos Lorde feudal do Cavaleiro, ele devia ser cortês perante os inimigos e generoso para com os fracos e oprimidos, viúvas e outras pessoas debilitadas em relação aos demais. Também incorporado ao ideal estava o AMOR PLATÔNICO devoção romântica para uma mulher sexualmente inatingível, normalmente a mulher de um outro homem. A veneração pela Virgem Maria teve um grande papel nesse conceito. Os ideais da Cavalaria influenciaram a fundação de Ordens religioso-militares durante o período das Cruzadas, tendo relevância os TEMPLÁRIOS e os HOSPITALÁRIOS, além dos Cavaleiros Teutônicos e as Ordens espanholas de Alcântara, Calatrava e Santiago. No final da Idade Média, regras formaram ordens seculares de Cavalaria tais como a "Ordem Inglesa da Jarreteira " em 1349 e a "Ordem Burgúndia do Velo Dourado" em 1429. Por este tempo, porém, a Cavalaria tinha se tornado um mero sistema de etiqueta. Torneios, nos quais os Cavaleiros originalmente tinham arriscado suas vidas em "justas" (combates) por causa de damas, tornaram-se simplesmente elaboradas, estilizadas e um entretenimento inofensivo. Ainda mais, o gasto com isso e outros adornos da Cavalaria levou muitos nobres que eram elegíveis à Cavalaria (serviram o costumeiro período de aprendizado de 7 anos como um pajem de uma corte nobre e outros 7 anos como escudeiros para um Cavaleiro) a não se tornarem verdadeiramente Cavaleiros. Da Cavalaria, sempre largamente presente na literatura, vem o conceito moderno de CAVALHEIRO (gentleman). Os anos da Cavalaria ainda permanecem para nós como um tempo de glória e pompa. Os mais nobres preceitos do código dos Cavaleiros são legados de tempos passados que sobreviverão em todas as instituições humanas e serão parte eterna da herança de nossa raça. Nos é difícil explicar o início e crescimento da Cavalaria; ela é obscura em muitos detalhes. Para nós as palavras "Knights" e "Knighthood" são formas modernas do inglês arcaico no qual possuía o significado de jovem ou rapaz e correspondia ao segundo período da vida, entre a infância e a maioridade. Porém, na metade do século XII, ele passou a ter o significado de "Chevalier" da França. A Cavalaria foi um código de condutas no qual os Cavaleiros supostamente se guiavam. Em adição à destreza e valor militar, lealdade a DEUS e aos Lorde feudal do Cavaleiro, ele devia ser cortês perante os inimigos e generoso para com os fracos e oprimidos, viúvas e outras pessoas debilitadas em relação aos demais. Nós desta Ordem traçamos nossa linhagem até Jacques DeMolay, um francês, o último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, que foi queimado vivo em 1314 em uma pequena ilha às margens do rio Sena, em frente à Catedral de Notre Dame, em Paris. Os Cavaleiros desta Ordem estão dedicados ao Amor a Deus, Amor à Família e Amor à Pátria. Nós aceitamos em nossas fileiras apenas aqueles que, pela prática e devoção à causa do bem, lideram em todo campo de empreendimento. Como os Cavaleiros do passado, nós nos consagramos à proteção dos fracos e necessitados, dos oprimidos e dos que sofrem, e para construir uma ponte da Cavalaria para uma vida melhor, aonde as pessoas do mundo poderão atravessá-la para uma vida mais harmoniosa e branda. O primeiro Convento começou com o Capítulo Mãe de Kansas City, Missouri, e recebeu sua Carta Constitutiva em 27 de outubro de 1947. Em 10 de janeiro de 1948, o Convento Mãe fez sua primeira Investidura, no Templo Maçônico Ivanhoe, sendo Everett L. Davis o primeiro Ilustre Comendador Cavaleiro. Os primeiros Nobres Cavaleiros eram Chevaliers do Capítulo Mãe. As Esporas Douradas usadas na primeira investidura estão a mostra na Sala Memorial de Frank S. Land na sede do Supremo Conselho Internacional da Ordem DeMolay. A primeira Convocação Internacional foi realizada de 4 a 7 de julho de 1974 em Erlanger, Kentucky. Ela marcou o lançamento oficial do programa de revitalização dos Nobres Cavaleiros. Mas, enfim, quem são os Cavaleiros? Eles são DeMolays reconsagrados, na idade de 17 a 21 anos. Por serem reconsagrados, os Cavaleiros são sempre lembrados que juramos em dobro, e por isso nos Conventos há 14, e não 7 velas acesas. Cada ato deve ser pensado duas vezes, de forma que não quebremos os valores das Virtudes Cardeais. Os Nobres Cavaleiros atuam em todos os campos de atividades, empreendimentos e tentativas - em posições de liderança na Ordem DeMolay, liderança na Igreja, comunidade e na escola. Através dos Nobres Cavaleiros, os DeMolays estão "Unidos em Serviço e Companheirismo". A Cavalaria na verdade é uma organização filiada à Ordem DeMolay. Seu nome oficial é Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques DeMolay. Sendo assim, os Conventos naturalmente precisam dos Capítulos para que tenham um bom funcionamento. Se os Capítulos forem fracos, os Conventos também são, já que dos primeiros que saem os Irmãos que se tornarão Cavaleiros. Portanto, nós, Cavaleiros, devemos continuar sempre nossos trabalhos nos Capítulos, para que nossos Irmãos mais jovens não sofram da necessidade de nossa companhia e assistência. Os Conventos, organizados a nível jurisdicional, possuem seu próprio Ritual e Oficiais: Ilustre Comendador Cavaleiro, Comendaor Escudeiro, Comendador Pajem, Protocolista, Preceptor, Prior, Primeiro Diácono, Segundo Diácono, Porta Estandarte, Sacristão, Organista, Sentinela e Arauto. Os Nobres Cavaleiros possuem dois graus aprovados, chamados Ordens (devido aos seus Rituais serem baseados no Rito York da Maçonaria), que são conferidas em Investiduras. Existem a Ordem da Cavalaria e um grau opcional, a Ordem do Ébano. Conclaves, Convocações e reuniões provam a união fraternal entre os Nobres Cavaleiros. Os Cavaleiros elegem seus próprios líderes e planejam e executam seus próprios projetos, atividades e eventos sociais. Os DeMolay's mais velhos possuem muitos interesses que são diferentes dos interesses dos mais jovens. Qualquer coisa que os DeMolay's mais velhos gostem de fazer, os Nobres Cavaleiros são capazes de fornecer, como diversão, festas, jantares e outras atividades em grupo. Tio Land disse, "Os Nobres Cavaleiros não é um grau honorário ou prêmio. Eles são um corpo que trabalha criado para atender as atividades que os mais velhos necessitam e desejam". Eventos sociais para os membros, convidados e parentes ajudam criar um entusiasmo enorme para cada Convento. A maioria das atividades do Convento são em grupo. Próximos de nossa maioridade, devemos sempre estar vigilantes para proteger nossas liberdades, até que todos os homens reconheçam o valor das liberdades com as quais Ele nos abençoou. A troca do Capítulo pelo Convento é explícita em nossas Cerimônias, quando Mestre Conselheiro cita que deveremos nos preparar para usar a Coroa da Maioridade, e é aqui no Convento que fazemos esta preparação. Cavaleiros servem os Capítulos, distritos e Jurisdições através de times ritualísticos, escolta, assistência no planejamento e execução da maioria das atividades dos Capítulos. Anualmente os Conventos patrocinam competições desportivas, torneios de Ritualística, e etc. Os Nobres Cavaleiros procuram expandir sua caridade através da ajuda às atividades filantrópicas da Maçonaria. Lembrem-se que o cavalheirismo não é uma instituição que morreu, mas que sobrevive nas colunas DeMolay, e que nos será útil por toda a vida, pelo menos enquanto estivermos defendendo o que é certo. O último grau
nesta escala é a Ordem do Ébano, que é concedido
aos Cavaleiros que tenham completado 19 anos de idade. Muito mais
próximos do momento da Maioridade, os Cavaleiros têm
de decidir entre os dois caminhos que estão sempre a frente
de todo o mundo: o caminho das Luzes ou o Caminho das Trevas. Nesta A Ordem da Cavalaria (na verdade Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques de Molay), chegou ao Brasil somente em 1993, pelas mãos do Sereníssimo Grão-Mestre, Alberto Mansur, com a fundação do primeiro Convento de Cavaleiros, o Sir Percival de Gales, na cidade do Rio de Janeiro. Apesar disso, o Grau demorou a se espalhar pelo Brasil. Primeiramente alcançou somente os DeMolays que viajavam ao Rio e lá descobriam que esse Grau existia e estava em funcionamento no Brasil. O Brasão da Ordem da Cavalaria COROA DA JUVENTUDE ESPADAS CRUZADAS CRUZ DE CINCO PONTAS RAMO DE OLIVEIRA RAMO DE LOUROS O GRAU DE CHEVALIER Chevalier é a mais alta honraria que um DeMolay ativo pode receber, mas que também pode ser concedida a Seniores DeMolay. Esta honraria é uma citação por atividade e trabalho destacáveis e notáveis em favor à Ordem DeMolay. O nomeado deve ter um mínimo de 17 anos de idade e tem que ser um membro em bom estado há pelo menos dois anos. Esta honraria não pode ser requerida, e a nomeação é feita sem o conhecimento do DeMolay a ser distinguido. O voto unânime do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil na sua sessão regular é necessário para eleger o nomeado. As recomendações devem ser feitas pelos Conselhos Consultivos ao Oficial Executivo da jurisdição, que retém os formulários de nomeação. As nomeações devem ser encaminhadas ao Oficial Executivo para registro. A cada ano uma taxa de nomeação é estabelecida pelo Grande Secretário do Supremo Conselho, a qual cobre o processo e os paramentos. A taxa deve ser submetida com o formulário de nomeação completo ao Oficial Executivo. Os paramentos são distribuídos sob direção do Oficial Executivo, exceto o anel, que deve ser adquirido a parte. A Cerimônia de Investidura deve ser realizada num prazo de até um ano após a data da eleição. A Cerimônia é pública, podendo ser realizada até mesmo fora de Templo. Histórico do Grau de Chevalier Frank e Clarence conversavam a respeito da Legião da Honra. De acordo com o segundo, a cada ano os membros do Preceptório estavam se tornando mais velhos, mesmo os recém-iniciados. "Você está certo, Clarence, a idade média daqueles que estão recebendo a Legião da Honra tem aumentado quando reconhecemos aqueles que eram DeMolay's e durante os anos têm demonstrado a promessa de alcançar sucesso em suas vocações. A idade média provavelmente vai aumentar enquanto você for envelhecendo; eu tenho notado isso. Tenho falado com muitos de nossos homens e nós sentimos que deveria haver um outro prêmio - talvez um Grau - para reconhecer DeMolay's que demonstram liderança extraordinária". "É estranho," ele continuou, "que você tenha trazido isso nessa hora em particular. Lembra-se nos primeiros dias, cerca de 1920, alguns de vocês eram escolhidos para ajudar com as turmas de novos membros e para colaborar comigo. Para identificá-los como líderes, vocês usavam bonés amarelos em todas as reuniões?" "Lógico que me lembro. Gorman McBride e todos os outros eram orgulhosos por esses bonés. Eles eram como os bonés usados pelos membros do Rito Escocês, apenas com cores diferentes." Tio Land sorriu, "E do que nós os chamávamos? Lembra-se do nome escrito no chapéu?" "Sim. Era 'Chevalier'!" O Grau de Chevalier foi aprovado em 11 de abril de 1936. A honraria foi conferida aos membros da Ordem DeMolay que haviam realizado serviço excepcional e meritório à Ordem, que haviam atingido a idade de 18 anos (mais tarde mudada para 17) e que tivessem sido membros de um Capítulo por ao menos dois anos. Ninguém poderia requerer essa distinção. O voto unânime do Grande Conselho (mais tarde Supremo Conselho Internacional da Ordem DeMolay), na sua sessão regular, era requerido para que um nomeado fosse eleito para receber o "Grau de Chevalier". Esse foi o primeiro Ritual escrito sem Frank Marshall. Frank Land tinha dado ajuda e orientação em todos os serviços rituais escritos anteriormente. Agora ele aceitava o desafio de escrever um Ritual para a apresentação desse novo Grau que como ele mesmo referiu, "o mais alto prêmio para relevante serviço DeMolay, sendo um presente do Grande Conselho. Apenas um prêmio, a Legião da Honra, para liderança fora de série e serviço à humanidade," ele escreveu, "ultrapassa essa distinção". O Ritual, muito mais curto que o da Cerimônia da Legião da Honra, contém um tom religioso mais profundo. Pela primeira vez num Ritual DeMolay uma grande porção das Escrituras foi incluída. Land era um mestre sobre a Bíblia, ele viveu sobre ela e a leu várias vezes durante seus períodos matutinos de contemplação e oração. Ele incluiu as "palavras inspiradoras de Davi que cantou da segurança do Piedoso no nonagésimo primeiro capítulo dos Salmos". À essa crença a Deus, ele acrescentou, "aquela coisa sagrada chamada de Lar" e "aquele patriotismo que, enquanto faz saber todos os homens sobre seus direitos, ainda o faz atento aos direitos de todos os outros homens". Era uma apresentação dramática do propósito que ele sempre tinha associado à Ordem DeMolay - amor a Deus; amor ao lar; amor ao país. O juramento, curto, breve e cheio de significado para os anos que viriam, concluíam com uma linha que continha o tema do Grau - "Eu ainda mais prometo e faço votos que eu, a cada dia daqui em diante, esforçar-me-ei para seu um homem melhor do que tenho sido até agora. Que Deus me ajude". A figura geométrica do triângulo sempre foi uma parte da Ordem e agora, neste Grau, a figura do círculo foi introduzida, não apenas no anel colocado no dedo médio da mão esquerda mas também como o Grande Comendador no drama da cerimônia diz, "Meus Irmãos, vocês se ajoelharão formando um círculo ao meu redor". Com os designados ajoelhando a oração era feita e o cordão e o medalhão de um Chevalier era colocado sobre o pescoço e ombros assim que cada jovem se levantava e ficava em pé. Este círculo de companheirismo se tornou uma parte tradicional de muitos serviços de rededicação. Nas alturas dos Rockies no Colorado (Estado dos EUA) sob a sombra do Pico Long, ou numa clareira nos altos pinheiros dos Smokies na Carolina do Norte, ou nas crateras das dunas de areia de Asilimar, Califórnia, os garotos nos Acampamentos de Liderança reuniam-se à noite, formavam um grande círculo ao redor de uma fogueira. Lá eles se libertariam para que assim pudessem ver apenas a noite, as estrelas, e o mundo no qual eles estavam sozinhos no limiar da aventura de suas vidas. Apenas a quietude -- e ainda como as palavras de Carruth era o puxão do desconhecido: Como as marés
numa praia crescente, Então, assim que eles viravam seus rostos em direção ao fogo, eles descobriam a presença de seus companheiros. Eles não estavam sozinhos. Ombro a ombro eles ficavam em pé com os outros que os ajudariam através de todos os anos e haveria luz suficiente na escuridão para iluminar seus caminhos. Um curioso acontecimento nos causou dúvida a quem foi o primeiro Chevalier. Land tinha acabado a pouco de escrever seu Ritual quando ele decidiu que dois dos jovens do Grupo da Sede deveriam passar pelo juramento. Ele chamou John McKibben e Jack Renick para virem a seu escritório. Ambos estavam no porão do edifício e como na história de São João, "Então eles correram ambos juntos; e o outro ultrapassou Pedro e chegou na frente". John ultrapassou Jack e se tornou o primeiro a passar pelo juramento de um Chevalier e o primeiro listado na investidura formal, mas Jack insistiu que cada um deveria entrar escritório de Tio Land quase ao mesmo tempo, no mesmo segundo. Na primeira apresentação pública no Pequeno Teatro do Auditório Municipal de Kansas City, em 2 de junho de 1937, Land assumiu o posto de Grande Comendador ajudado pelos membros da Legião da Honra. Robes amarelo dourados foram usados e os cordões presenteados eram da mesma cor com um medalhão retratando Jacques DeMolay, o mártir. O nome "Chevalier" foi bem escolhido. A Cavalaria sempre ocupou posição central na Ordem DeMolay e a tradução francesa da palavra portuguesa "Cavaleiro" é "Chevalier". Ambas as palavras vêm de uma origem comum que significa "montado a cavalo" sugerindo que o cavaleiro ou Chevalier cavalgava numa batalha ao invés de lutar de pé como um soldado comum nas colunas. Mais ainda, no xadrez, o "cavaleiro" é representado como um cavalo que tem grande mobilidade e pode virar no ar, enquanto o "peão" como um soldado a pé pode apenas andar pesadamente adiante num caminho reto fixo. A palavra cavalo em português se torna a palavra "Cheval" em francês. O título de Chevalier é geralmente mencionado nas histórias das Cruzadas, especialmente nos contos da Primeira Cruzada que foi majoritariamente uma expedição francesa. Esta Cruzada foi convocada pelo Papa Urbano II nos últimos anos do século onze assim que ele pregou na França com tais comoventes palavras que as multidões gritavam "Deus o quer" (Deus lo volt). Haviam grandes nomes -- Raymond, Godfrey, Bohemund, Filipe I, e Tancredo de Hauteville decrito como um típico Chevalier, sendo bonito, sem temor, galante, generoso, amante da glória e da riqueza, e universalmente admirado por sua coragem. Há uma descrição da cerimônia de investidura encontrado numa antiga inscrição inglesa que relata: "Ele que está para ser feito um Cavaleiro é atingido pelo príncipe com uma espada sacada sobre suas costas ou ombro, o príncipe dizendo, 'Soys Chevalier!' Quando o Cavaleiro se levanta o príncipe diz 'Avancez'." Land devia ter isso em mente quando ele concluiu a cerimônia da noite ao dizer, "A cada um de vocês que foi honrado pela Ordem DeMolay ao receber o Grau de Chevalier, eu digo, 'Levante-se, Chevalier' e avance sempre adiante a partir desta hora". Os cargos de uma Corte de Chevaliers: Grande Comendador Chevalier LEGIÃO
DE HONRA
Reitor A função do Preceptório é auxiliar o Oficial Executivo e conferir a Legião de Honra aos eleitos pelo Supremo Conselho e ajudar o Oficial Executivo em alguma outra área designada por ele. Um Preceptório
pode desenvolver um programa e banquete para a observância anual
no dia 18 de Março, e trazer algumas das seguintes atividades
para ajudar a Ordem DeMolay, evitando sobrecarga do Oficial Executivo.
Os membros podem: Um Preceptório
pode ser formado da seguinte forma: Um Preceptório
deve estabelecer uma agenda de Sessões, a qual incluirá
a observância anual do dia 18 de Março. O orgulho e a
Honra de ser um Legionário podem ser melhor demonstrados em
forma de Serviço à Ordem DeMolay. ASSOCIAÇÃO
DEMOLAY ALUMNI Hoje, mais do que nunca,
a Ordem DeMolay depende do suporte e liderança da Associação
Alumni e amigos. Como a face da Ordem os desafios do futuro, a liderança
dos Seniores DeMolay e amigos serão um acréscimo importante.
A ORDEM DOS ESCUDEIROS
O nome "Távola Redonda", relacionado a lenda do Rei Artur, foi escolhido porque aquela antiga ordem possuía os mais elevados ideais de serviço, perfeição, camaradagem e igualdade entre os Cavaleiros. Dessa forma, é importante que se forme um grupo de meninos, futuros homens, com os mesmos ideais para corrigirem as muitas injustiças que afligem a humanidade. A Ordem dos Escudeiros da Távola Redonda é uma organização reconhecida desde 1995, que se dirige a crianças do sexo masculino, entre 07 e 12 anos, fazendo com que eles participarem de atividades com os DeMolays, respeitando-se as diferenças de idade entre os membros das duas Ordens. Ordem DeMolay e a Ordem dos Escudeiros A Ordem dos Escudeiros da Távola Redonda é uma entidade que faz parte da Ordem DeMolay colocando garotos de ambas as Ordens em contato freqüente. As reuniões são todas uniformes, sendo denominada "ritualisticas". O "Ritual" é bem simples e as reuniões ocorrem mensalmente, fazendo com que os jovens se familiarizem com as práticas de uma sociedade iniciática, sem sobrecarregá-los e sem tornar o grupo desestimulante. Por isso, é imperativo que se realizem atividades simples, que os faça tornar amigos e se integrar à Família DeMolay. Cada Távola é patrocinada por um Capítulo DeMolay e fica sob auspícios do Conselho Consultivo correspondente (Grupo de Maçons responsável pelos DeMolays). Há um DeMolay, denominado de Nobre Cavaleiro, que funciona como Consultor (Responsável pelos Escudeiros). É ele quem acompanha os jovens Escudeiros, durante as cerimônias, e por isso ele deve ser considerado um irmão mais velho destes meninos. As Cerimônias da Ordem foram escritas para serem facilmente lidas e aprendidas pelos Escudeiros, ensinando-lhes lições morais de alto valor, como serem sempre educados e leais, a dizerem a verdade, a preocuparem-se com o próximo, a se empenharem nos estudos, entre outras. Estes ensinamentos são os mesmos que são ministrados aos DeMolays, com as devidas adaptações. A História da Ordem dos Escudeiros da Távola Redonda O programa da Ordem dos Escudeiros da Távola Redonda foi iniciada pelos Tios Ralph Hooper, Lynn Taylor, e Michael Senders. Após o Inicio dos trabalhos, Edgar Trefts foi quem aderiu ao grupo, tornando-se um também fundador, por ter escrito o ritual original, sendo assessorado pelo Tio Michael Senders. O filho do Tio Michael Senders, o primeiro "Mestre Escudeiro", foi a inspiração para o programa, sendo posteriormente iniciado na Ordem DeMolay, onde seguiu carreira exemplar, em Washington. O Tio Trefts faleceu em 2001, após uma doença longa e dolorosa, deixando conosco a resultado do inicio da busca de seus ideais. A primeira "Távola" foi reconhecida em junho de 1995, tendo sido sua primeira unidade instalada na cidade de Vancouver, Washington. A Ordem recebeu essa designação por motivos históricos, já que na primeira reunião do grupo não havia um lugar definido para reunir, o que compeliu os membros a se reunirem numa sala de jogos, onde havia uma mesa arredondada. Aprendizados de um Escudeiro Os ensinamentos da "Távola Redonda" estimulam a juventude e as crianças para viverem em comunidade, respeitando povos e nações, com um verdadeiro espírito de FRATERNIDADE. Os Objetivos da "Ordem da Távola Redonda" são: Criar nas mentes das crianças e dos jovens um reconhecimento da unidade de todos os seres viventes, assim como dos povos. Ajudá-los a serem membros úteis e felizes em sociedade. Oferecer condições para o viver harmonioso, e promover de todas as maneiras possíveis o amor e a compaixão universais, a serviço de todas as criaturas. A Administração dos Escudeiros. A Ordem dos Escudeiros será composta por garotos de 07 a 12 anos sendo que o único requisito para o ingresso é a autorização formal dos pais da criança. Uma "Távola" deve ser composta por, no mínimo, sete "Escudeiros". Estes serão responsáveis pela administração dos grupos e de suas tarefas, sendo auxiliados pelo "Nobre Cavaleiro DeMolay". As os cargos oficiais de uma "Távola" são: Mestre Escudeiro Vestimenta dos Escudeiros Os escudeiros, em suas reuniões devem trajar camisa social branca de mangas compridas, calça social preta, sapatos pretos, meias pretas, cinto preto e uma gravata azul royal comprida, mantendo a uniformidade do grupo todo. O Símbolo O emblema da Ordem é um círculo, dividido em quatro quadrantes. A primeira parte, que fica no canto esquerdo superior, é o emblema da Ordem DeMolay, pois somos os patrocinadores e incentivadores dos "Escudeiros". No canto direito superior há um malhete, que representa o malhete da justiça que porta o Mestre Escudeiro, durante as reuniões. No canto esquerdo inferior, encontra-se uma espada, emblema da "Espada da Verdade" portada pelo 1º Escudeiro durante as Cerimônias. Por fim, no canto direito inferior, estão os Livros da Sabedoria, portados pelo 2º Escudeiro.
A história da Ordem DeMolay
A semente foi plantada
no ano de 1919, quando Frank Sherman Land empregou em seu escritório
o jovem Louis Lower, assim ele estaria ajudando financeiramente sua
família. Desde então nasceu uma grande amizade entre
os dois, Louis passou a chamar Frank de “Dad Land” (Dad
é uma expressão da língua inglesa, coloquial,
carinhosamente utilizada como referência à figura do
pai natural inglês ou alguém que o represente) por ver
nele o exemplo de homem que seu verdadeiro pai havia lhe dado; em
troca recebeu o apelido de “Louie”. *Texto extraído
do material de divulgação do 4º EPOC – História de Frank Shermann Land
Frank
S. Land nasceu em 21 de junho de 1890, em Kansas City, Missouri, Estados
Unidos da América.
Bem cedo já demonstrava seu espírito de liderança. Sempre teve uma vida religiosa muito ativa. Desde criança, na Igreja, e junto com os ensinamentos de sua mãe, Frank S. Land conheceu a importância de uma filosofia de vida repleta de virtudes. A Escola Dominical da Igreja Congregacional de Fountain Park, em St. Louis, proporcionou a este jovem os meios para sua primeira inclinação a conquistas e distinções. Recebeu de presente uma Bíblia por ter dez anos de freqüência ininterrupta à Escola Dominical. Em Kansas City, ele completou seus estudos e tomou parte ativa em atividades de Igreja e Cívicas. Quando atingiu 19 anos, havia-se tornado um dirigente de restaurante de sucesso e, como artista amador, ele era o espírito vivo na organização para embelezar a cidade. Frank S. Land era muito ativo na Maçonaria e aos 25 anos foi nomeado Diretor do Bureau de Serviços Sociais do Rito Escocês. Foi Presidente do Conselho DeMolay dos Cavaleiros Kadosch e, presidiu, em 1931, o Templo Ararat da Ancient Arabic Order of the Nobles of the Mystic Shrine Foi agraciado com o Grau 33 da Maçonaria (Rito Escocês Antigo e Aceito), na idade quase sem precedentes de 35 anos. Seis anos depois foi eleito Grão-Mestre da Grande Loja do Missouri. Em 1954 assumiu o cargo de Potentado Imperial do Conselho Imperial do Shrine da América do Norte, e em 1954 foi premiado com a primeira Medalha Internacional de Ouro do Real Arco, pelo Grande Capítulo Geral dos Maçons do Real Arco (Rito York). Frank Land foi diretor, consignatário e membro de inúmeras diretorias e conselhos. Recebeu diversas honrarias porém sempre dedicou-se à Ordem DeMolay. Foi designado Cidadão Extraordinário em uma mensagem Oficial pelo então Presidente dos Estados Unidos da América, o General Dwight D. Eisenhower, em 1958. Faleceu repentinamente em 08 de novembro de 1959, vítima de um edema pulmonar. Sua morte chocou o mundo inteiro ! |