FATOS DESTAQUE, CULTURA, REFLEXÃO MAÇÔNICA, COMEMORAÇÕES E EVENTOS HISTÓRICOS 10 JUNHO

 
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1774 – O GO de França cria o Rito de Adoção para mulheres.

1819 – Fundado o GC MRA de New Hampshire, USA.

1824 – Fundado o Supremo Conselho REAA da Irlanda.

1883 – O Código da Liberdade era composto de um único artigo, sem parágrafo, que dizia: “Todos os Meios são Lícitos a fim de que Mossoró Liberte os seus Escravos”.
Mossoró não foi uma cidade de muitos escravos. Existiam 86, segundo registros da Coletoria Estadual, em livro para esse fim destinado. Trabalhavam principalmente no comércio e nas residências como domésticos. Quarenta, destes escravos, foram libertados numa única noite, numa sessão especial realizada na Loja Maçônica “24 de Junho”, no dia 10 de junho de 1883,resultado do trabalho conjunto de todas as forças abolicionistas de Mossoró, unidas numa campanha memorável.

Possuir escravos era sinônimo de poder. Era um bem material caro. Comprava-se escravos como se comprava um boi de cultivador. Tinha que trabalhar muito para compensar o investimento. Daí a dificuldade que os abolicionistas encontraram para a libertação dos cativos. Alguns proprietários de escravos, abraçando o movimento, os alforriavam sem problema. Outros, exigiam indenização pela perda de patrimônio.

1983 – A Grande Loja do Estado de Goiás teve a sua primeira sede, nas instalações da Loja Adonhiram n° 44 à rua 06 n° 30 e continuou posteriormente a usar uma das salas do seu novo prédio, a primeira à esquerda da entrada na sala dos passos Perdidos, na rua 10, hoje Av. Universitária n° 288, Setor Sul.

Foi daí transferida para o Edifício Sayonara, à rua 08 n° 630 Centro, ocupando dois apartamentos ali adquiridos para essa finalidade. Estes, decorrido algum tempo, foram vendidos na gestão do Past Grão-Mestre Urias de Oliveira Filho para com o produto da venda, dar início à construção do Palácio Maçônico.
A sede da Grande Loja foi transferida para o Salão de festas do Condomínio Arte Real que já existia, construído que foi para a tomada de posse definitiva da área doada pela Prefeitura de Goiânia.

A excessiva poeira, o matagal do bairro que era desabitado e distante, não dava a mínima condição de ali permanecer e foi a Grande Loja transferida novamente, agora para a rua 16-A do Setor Aeroporto.

Aí tivemos o lançamento da Pedra Fundamental na gestão do Sereníssimo Grão-Mestre Licínio Leal Barbosa e em seguida o início das fundações do prédio da Grande Loja na gestão do Sereníssimo Grão-Mestre Urias de Oliveira Filho que ao seu término, já deixava pronto o esqueleto de concreto do prédio da Sede.Foi acabado de construir o Palácio Maçônico da GRANDE LOJA MAÇÔNICA DO ESTADO DE GOIÁS, na 1a Gestão do Past Grão-Mestre Antônio Batista Xavier e inaugurado no dia 10 de junho de 1983 que passou a funcionar como tal, sem mais nenhuma interrupção.

1997 – Fundada a ARLS ESTRELA DE ITUPEVA N.º 489 ITUPEVA/SP

Fonte: Grande Secretária Geral de Educação e Cultura
GOU – Grande Oriente Universal

CULTURA MAÇÔNICA

Que a essência do que É se revele a todos aqueles que podem ouvi-La!
LEMNISCATA O SÍMBOLO DO INFINITO

O símbolo do Infinito – ∞ – também chamado de lemniscata, foi definido, em uma formulação matemática, por Jakob Bernoulli, em 1694, como o lugar geométrico dos pontos cuja soma das distâncias a dois focos fixos é constante.
Em seus níveis mais elevados, o Absoluto vê a Si próprio como o Todo, e também suas infinitas parcializações de natureza mental. Se não fosse assim o Absoluto apresentaria algum limite, e daí não seria Infinito.

As parcializações mentais não existem por si próprias, não têm existência no sentido absoluto, mas são eternamente sustentadas pelo Poder Superior, que é o nível de Deus que crea e mantém constantemente infinitos universos. Um possível motivo para justificar a existência relativa de infinitos universos, que são as parcializações mentais do Todo, está na manifestação de aspectos imateriais do Poder Superior, tais como o Amor, a Paz e a Beleza. Sem uma existência pelo menos relativa de universos, tais faces sublimes de Deus, embora sejam inerentes ao Todo, não seriam sentidas em nenhum nível, pois, para qualquer sensação, é essencial alguma manifestação.

Tal necessidade gera uma interdependência mútua entre o Todo enquanto Creador de tudo quanto há e entre os infinitos universos que Este eternamente crea e sustenta. É como a relação entre um professor e seus alunos. Quem é inferior e quem é superior? Quem aprende e quem ensina? Como há uma dependência mútua entre ambos, não há no nível mais profundo uma relação absoluta de inferioridade ou superioridade, e também todos aprendem e ensinam.

Para uma manifestação plena de todas as faces do Poder Superior, incluindo o Amor, a Paz, a Beleza, e outras, todas as coisas e seres de todos os universos são necessárias, mesmo a mais aparentemente insignificante delas, mesmo o mais humilde ser. Na vivência do Poder Superior não há julgamentos a respeito do que é menos ou mais importante, do que é menor ou maior, tampouco do que é inferior ou superior, visto que a ausência de qualquer coisa ou ser da Criação, e também de qualquer vivência possível de ser vivida por algum ser relativo, representaria algo incompleto ou uma manifestação imperfeita, o que implicaria em uma limitação do próprio Poder Superior, o que é absurdo. Tal relatividade quanto a qualquer avaliação de pequenez ou grandeza, de inferioridade ou superioridade, é também confirmada pelo curva do dígito oito deitado, onde se pode observar que os dois círculos assim ligados estão lado a lado; nenhum deles fica em cima ou abaixo do outro.

Tal interdependência de tudo entre tudo, do Infinito com todos seus aspectos finitos, e de cada Universo com sua essência trina, sugere haver um fluxo vivencial eterno circulando eternamente pelas duas curvas da lemniscata, do oito deitado. Parece ocorrer então que todo ser flui eternamente entre o Todo e suas aparentes partes, e entre alguma Trindade e seu universo expandido, entre o Conhecimento Pleno e a ausência do mesmo, e assim por diante.

O ambiente completo do Todo é em essência imóvel e eterno, mas, do ponto de vista de cada ser gerado pela Mente Cósmica, há um constante vir a ser, simbolizado pela lemniscata do oito deitado, com seus dois círculos assim entrelaçados.

Que a essência do que É se revele a todos aqueles que podem ouvi-La!
Autor: Ir.´. Ismael Marchioretto

REFLEXÃO

O INTERIOR DA CAVERNA
Imaginemos todos os muros bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior.

No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali. Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder mover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.

Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos – desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomarão por louco e inventor de mentiras.

Platão não buscava as verdadeiras essências na simples Phýsis, como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a essência das coisas para além do mundo sensível. E o personagem da caverna, que por acaso se liberte, como Sócrates correria o risco de ser morto por expressar seu pensamento e querer mostrar um mundo totalmente diferente.

Transpondo para a nossa realidade, é como se você acreditasse, desde que nasceu, que o mundo é de determinado modo, e então vem alguém e diz que quase tudo aquilo é falso, é parcial, e tenta te mostrar novos conceitos, totalmente diferentes.

Foi justamente por razões como essa que Sócrates foi morto pelos cidadãos de Atenas, inspirando Platão à escrita da Alegoria da Caverna pela qual Platão nos convida a imaginar que as coisas se passassem, na existência humana, comparavelmente à situação da caverna, ilusoriamente, com os homens acorrentados a falsas crenças, preconceitos, ideias enganosas e, por isso tudo, inertes em suas poucas possibilidades.

Faz pensar ainda que nosso mundo é uma grande caverna, as sobras pode ser as pessoas que nos rodeiam, sair da caverna significa talvez a expansão da mente para a verdade, para o real motivo dessa vida.

“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” Jesus Cristo.

Fonte: Ir.´.Gravuni Antonio Vilmar Gravuni SGMG

Frase do Pedreiro Livre: É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada.
William Shakespeare

Sérgio Roberto Reis
SmGMG/GOU-Brasil


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