FATOS DESTAQUES, CULTURA, REFLEXÃO MAÇONICAS E COMEMORAÇÕES 14 DE JANEIRO

 
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FATOS DESTAQUES, CULTURA, REFLEXÃO MAÇÔNICAS E COMEMORAÇÕES 14 DE JANEIRO

1955 Fundado o GC MRA do México.
1892 Renasce a Maçonaria na Rússia: A Loja Harmonia nº 1 é consagrada em São Petersburgo, pela GL Nacional Francesa.
1997 As Lojas Luiz de Camões e York notificam judicialmente, a GLMERJ, sua saída da potência.
Fonte: Grande Secretaria Geral de Educação e Cultura/GOU Grande Oriente Universal

CULTURA MAÇÔNICA
A COBERTO E A DESCOBERTO
No texto “O Mestre Maçom perante a Sociedade” referi que o que importa é a contribuição que os maçons dão para a Sociedade, quer a sua condição de maçom seja publicamente revelada, quer por si se mantenha prudentemente reservada. Por outro lado, também já várias vezes pontuei que a vertente do segredo maçónico que obriga todos os maçons a não revelarem a condição de maçons dos seus Irmãos que não se assumiram publicamente como tal, para além de evidentes e pertinentes razões de segurança, prementes em diversas épocas históricas, constitui um imprescindível ato de respeito pelo critério e pelas escolhas dos seus Irmãos.

Divulgar a sua condição de maçom ou manter a mesma preservada do público conhecimento é escolha, decisão, que só a cada um compete fazer e que os demais só têm de respeitar. Cada um sabe das razões da sua decisão. Isso é para mim uma evidência. No Brasil e, de uma forma geral no continente americano, como na Grã-Bretanha, é natural a divulgação da condição de maçom. Na Europa Continental, e particularmente nas culturas de predominância católica, onde pontificou a dita Santa Inquisição e mais eco tiveram, historicamente, as bulas papais de condenação da Maçonaria, é mais corrente que os maçons preservem publicamente a sua condição, seja por temerem represálias sociais ou profissionais sobre si ou sobre a sua família, seja por puro reflexo de preservação da sua intimidade. Compreendo e aceito – só posso fazê-lo! – a opção de cada um.

Confesso, porém, que cada vez mais a prudência (legítima, repito) dos meus irmãos que preservam publicamente a sua condição de maçons se me afigura digna de reponderação. Sou Mestre Maçom há mais de vinte anos e há mais de vinte anos que não escondo de ninguém a minha condição de maçom, que orgulhosamente afirmo ter a satisfação e a honra de ser reconhecido como maçom pelos meus Irmãos – e nunca notei qualquer represália ou censura ou desconsideração por essa pública afirmação. Bem sei que a minha situação profissional – exercício, em escritório próprio, da profissão de advogado – me isenta de preocupações com superiores hierárquicos ou competições na hierarquia laboral. Mas vivo e trabalho em sociedade. Os meus rendimentos dependem de ter clientes que me procurem e me solicitem que lhes preste serviços da minha profissão. Também sou tão vulnerável a preconceitos ou represálias como qualquer outro, na medida em que posso perder trabalho por preconceito de quem me sabe maçom. Mas, repito, nunca dei conta de que tal tivesse sucedido.

Acho que é tempo de os maçons reponderarem a questão de se manterem a coberto ou se afirmarem maçons. A Inquisição e os seus atropelos à dignidade humana são, felizmente, já apenas memória histórica. Mesmo a proibição salazarenta da Maçonaria foi abolida há já perto de quarenta anos. Não é, a meu ver, argumento válido o facto de ainda haver muito preconceito contra a Maçonaria, muitas disparatadas teorias de conspiração sobre “tenebrosos desígnios” e “subreptícias conspirações” dos maçons. Porque, se é certo haver esses preconceitos e essas disparatadas posturas, não é menos certo que o facto de muitos maçons esconderem a sua condição não só não ajuda nada à extinção ou diminuição desses preconceitos e disparates, como, em alguma medida, os alimenta, pois possibilita o raciocínio de que “se eles escondem o que são é porque não são coisa boa”. E é forçoso reconhecer que este argumento pode ser filho do preconceito, mas não deixa de aparentar algum sentido…

A imagem que ainda existe de que a Maçonaria encobre algo de conspirativo, de que só existe para que os maçons manobrem na sombra em proveito próprio, é alimentada por alguns que, eles sim, se aproveitam da imagem distorcida que voluntariamente dão da instituição para ganharem uns cobres com umas “reportagens” e uns livros de “desvendamento” das “ocultas ligações”, das “tenebrosas maquinações” que, insinuam, certamente serão a causa de todos os males deste país. Os tais tenebrosos sujeitos que na sombra movem todos os cordelinhos para se alimentarem das dificuldades de todo um país e todo um povo, são perigosíssimos, organizadíssimos, escondidíssimos, poderosíssimos, mas não conseguiram resistir ao cuidadoso escrutínio e à formidável inteligência dos escribas que, quais super-heróis sem capa, colocam à disposição dos olhares de todos “importantes” informações – mas um bocadinho de cada vez, para dar para vários artigos, que a imprensa está em crise e assim sempre se vendem mais uns exemplares de várias edições… E, bem coordenadas as coisas, também sempre dá para lançar uma meia-duziazinha de livros que, bem publicitados pelo meio, sempre darão para conseguir mais uns patacos…

Quem publica e alimenta esta imagem negativa da Maçonaria e dos maçons tem o direito de o fazer (chama-se a isto Liberdade de Imprensa – e qualquer maçom que se preze preza-a também, mesmo que e sobretudo quando a mesma é utilizada contra a instituição em que se insere). Cumpre-nos a nós, maçons, reconhecer que quando não nos assumimos como tal, quando nos escondemos (é o termo), estamos a alimentar as suspeitas, as desconfianças, as teorias conspirativas, a deixar o campo aberto a todas as especulações, a todas as invencionices. A má imagem da Maçonaria que a opinião publicada instila na opinião pública também, resulta, reconheçamo-lo, da nossa postura de reserva.

A Maçonaria é um meio e uma cultura de aperfeiçoamento do Homem – e isso não envergonha ninguém, pelo contrário. Sou maçom porque procuro, em cada dia, ser um pouco melhor do que na véspera, em todos os aspetos e todas as vertentes da minha vida. Na minha vida pessoal, na minha vida familiar, na minha integração social, na minha atividade profissional. Não tenho, pois, qualquer receio de que os demais saibam que sou maçom. Não alimento preconceitos nem disparates. Proclamo, alto e bom som, que sou maçom – e com muita honra! Porque ter sido reconhecido pelos meus Irmãos como um homem livre e de bons costumes me honra! Porque procurar ser melhor e ajudar os meus Irmãos a ser melhores é motivo de honra!

Ao ter, já há mais de vinte anos, assumido publicamente que sou maçom, eu sabia que me colocava sob o escrutínio de todos aqueles que, sabendo-o, lidavam, ou podiam lidar, comigo. A primeira mensagem que tacitamente deixei a todos foi, pois, que não temia esse escrutínio. Que não temia que, sabendo-me maçom, me ajuizassem como homem, como marido, como pai, como profissional. Sabendo que, se o resultado do escrutínio me fosse desfavorável, haveria o risco de se dizer: “pois, é maçom…”. Mas esperando que, merecendo bom escrutínio, uns quantos acabassem por concluir que, se ser maçom é ser o que eu sou, afinal os maçons não são tão maus como alguns os pintam… E fico feliz por poder dizer que, vinte anos passados, não perdi amigos, não perdi clientes, nunca fui desconsiderado por não esconder que sou maçom!

Se nós, maçons, queremos ser úteis à Sociedade também pelo nosso exemplo, então é preciso e conveniente que a Sociedade saiba que somos maçons…

Termino como comecei: respeito intransigente e completamente o juízo de cada maçom sobre a divulgação ou não da sua condição. Mas insto a que cada um daqueles que opta pela posição prudente periodicamente reexamine se a deve manter ou alterar. Porque quantos mais manifestarem o seu orgulho na condição de maçons, sem receio do escrutínio público das suas ações, melhor publicamente se compreenderá que os maçons não são o que alguns escribas procuram vender, pelo contrário são homens bons que procuram ser melhores, que reconhecem ter virtudes e defeitos e que procuram corrigir estes e aprimorar aquelas. E quantos mais forem exemplo, mais sementes se lançam para que a Sociedade seja também melhor.

Rui Bandeira
Fonte: A-Partir-Pedra/2013/05

REFLEXÃO MAÇÔNICA

GRANDE ORIENTE UNIVERSAL 

http://youtu.be/e08jyBlf_0E

A Ordem Ordem dos Cavaleiros do Oriente, é uma Ordenação do Soberano Grão Mestre Geral do Grande Oriente Universal, no dia de sua fundação, na presença do Pleno dos Príncipes Patriarcais no Supremo Conclave, no dia 05 de Setembro de 2007.

É o Grão Primaz da Ordem dos Cavaleiros do Oriente, o Príncipe Patriarcal Irmão Flávio Barros de Moares.

No Poder Executivo do Grande Oriente Universal, é dividido em 3 poderes Executivos adjuntos. São assim distribuídos:

A Grande Secretaria Geral do Grande Oriente Universal,
a Ordem dos Cavaleiros do Oriente, e
a Ordem Religiosa do Grande Oriente Universal.

Na Grande Secretaria Geral do GOU, o Grande Secretário Geral, o Príncipe Patriarcal Irmão Lúzio Marinho Galvão, é quem administra os Graus Simbólicos, e todos os Grandes Secretários Gerais do GOU.

O Poder máximo do Grande Oriente Universal, é o Supremo Conclave dos Príncipes Patriarcais, com seu representante máximo, o Soberano Grão Mestre Geral.

Da mesma forma, a Ordem dos Cavaleiros do Oriente, é gerida pelo Supremo Conselho dos Graus 33 do OCO – GOU, com seu representante máximo junto ao Soberano do GOU, o Grão Primaz.

Richard Maia.
Soberano Grão Mestre Geral
Grande Oriente Universal.

COMEMORAÇÃO EM 14 DE JANEIRO
14 de janeiro (terça-feira), 14º dia de 2014 (351 dias para 2015)

O objetivo desta data é sensibilizar governantes e sociedade para uma atenção especial aos enfermos, possibilitando uma assistência mais adequada. A definição de ENFERMO é um indivíduo doente, debilitado, que necessita de cuidados mais humanizados.

As práticas de saúde são vistas como métodos extremamente técnicos e objetivos. Talvez por isso, muitas vezes o relacionamento entre profissionais e pacientes fica prejudicado.Já está mais que provado que o ser humano consegue se reabilitar não apenas com remédios. O bem estar psíquico é imprescindível para uma recuperação menos dolorosa e mais rápida.

HUMANIZAÇÃO
Em 2002, O Ministério da Saúde lançou um programa de humanização para transformar os
hospitais em ambientes menos duros. A humanização não engloba apenas a relação profissional de saúde-paciente, mas também uma tentativa de diminuir o sofrimento causado pela doença.

O DIA DO ENFERMO faz um alerta a todos os profissionais de saúde: os ligados diretamente ao paciente e também os que cuidam da administração. É um alerta aos familiares e amigos de um enfermo que devem tratar seus enfermos redobrando o carinho e o afeto, pois o ambiente de um hospital pode ser mais “frio”, sem carinho, causando angústia e melancolia.As práticas de saúde são vistas como métodos extremamente técnicos e objetivos. Por isso, muitas vezes o relacionamento entre profissionais e pacientes fica prejudicado.
Prova-se que o indivíduo pode se reabilitar não apenas com remédios, medicamentos: O bem estar psicológico e mental é imprescindível para uma recuperação menos dolorosa e mais rápida.
Para cuidar dos enfermos, há pessoas especializadas, como enfermeiros, técnicos de enfermagem e os médicos.

A ENFERMAGEM
Na Idade Média a enfermagem era exercida pelas ordens de freiras e monges.
Em 1860, teve início a moderna enfermagem na Inglaterra, em Florence Nightingale, com a abertura da primeira escola voltada para esse tipo de ensinamento. No Brasil, os pioneiros foram os padres jesuítas, que atuaram nas Santas Casas. A 1ª foi fundada em 1540, em Olinda, PE. Em 1852, chegaram as primeiras irmãs de caridade.

A profissão ganhou grande prestígio com o trabalho de Ana Neri, que se apresentou como voluntária, aos 51 anos, no início da Guerra do Paraguai (1865). No século XX, a atividade progrediu com a fundação da Cruz Vermelha Brasileira, no Rio de Janeiro, e da Escola de Enfermagem “Ana Neri”, declarada-escola padrão em 1938.
Na contemporaneidade, a ENFERMAGEM é um Curso Superior com duração de 4 anos, com várias especialidades.
Entre as suas funções está “Promover estilos de vida saudáveis de seus clientes/pacientes e de sua comunidade, atuando como agente de transformação social” e também “Prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade”, ou seja, o enfermeiro atua junto ao ENFERMO tentando trazer- lhe conforto e também à família.

O TÉCNICO DE ENFERMAGEM Técnico em Enfermagem é profissional de nível médio. Sob a supervisão do enfermeiro, estará apto a participar e desenvolver atividades de assistência de enfermagem, visando à promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde; atuar nos programas de higiene e segurança enfermo.

CONHEÇA OS DOUTORES DA ALEGRIA! Em 1986, Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova Iorque, apresentava-se numa comemoração num hospital daquela cidade, quando pediu para visitar as crianças internadas que não puderam participar do evento. Improvisando, substituiu as imagens da internação por outras alegres e engraçadas.
Foi a semente da “Clown Care Unit”, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque.
NO BRASIL, a Organização não Governamental iniciou suas atividades em 1991, com a idéia de atores-palhaços se vestirem de médicos, objetivando interagir com as crianças hospitalizadas. Quando eles chegam, o clima do hospital muda, a crianças sorriem, dão gargalhadas (e os profissionais se saúde também), eles contagiam o ambiente.

Os Doutores da Alegria fazem dentro dos hospitais o que chamamos de “espaços de expressão”, uma brincadeira em que a criança pode expor a sua visão sobre os acontecimentos que a rodeiam. É ela que escolhe o jogo, os papéis, os moldes e caminhos de interação e até mesmo o final da história. O palhaço dá voz para a história de vida da criança.
E o melhor de tudo é que o trabalho desenvolvido pela ONG é sério, todos os palhaços passam por um rigoroso processo seletivo antes de integrarem a equipe. Para participar dos processos seletivos, é necessário ser palhaço profissional com registro na DRT ou ator profissional especializado na linguagem do palhaço. Depois de passar por esse rigoroso processe seletivo, o palhaço passa por um treinamento que dura 10 meses, o que engloba visitas aos hospitais em dupla e trabalho coletivo na sede da ONG.
Fonte: Editoria HelpSaúde.

Dia do início da Semana da Lavagem do Bonfim – comemoração móvel da cidade brasileira do Rio de Janeiro-RJ, conforme Lei nº 5.146 de 7 de janeiro de 2010: 2ª semana de janeiro.

Dia da Adoção da Bandeira do Estado do Amazonas comemoração de amazonenses, para marcar a data da Lei Nº 1513 de 14 de janeiro de 1982, que então dispôs sobre a forma da Bandeira Estadual amazonense, e deu outras providências, além de revogar a Lei Nº 990 de 7 de dezembro de 1970, definindo que a Bandeira do Estado brasileiro do Amazonas deveria passar a ser confeccionada na forma retangular, com as cores azul, branca e vermelha.

Dia do Treinador Profissional comemoração do Estado brasileiro do Rio de Janeiro, conforme Lei Nº 1.670 de 13 de junho de 1990 e Lei Nº 5.645 de 6 de janeiro de 2010, que também é conhecida como “Dia do Treinador Profissional de Futebol” ou “Dia do Treinador de Futebol”.
Dia do fim da Semana Universal de Escrever Cartas ou “Universal Letter-Writing Week” comemorada a partir de 8 de janeiro de cada ano, com o apoio da ISFGW [Sociedade Internacional de amizade e boa vontade ou “International Society of Friendship and Good Will”] dos Estados Unidos da América e inúmeros outros países.
Fonte: DiasDe

Frase do dia: “O homem fraco teme a morte, o desgraçado chama-a; o valente procura-a. Só o sensato a espera.
BENJAMIN FRANKLIN


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