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Maçons famosos que fizeram a História |
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ELIHU ROOT - 1845-1937 - Político Norte-americano, secretário do Presidente Mac-kinley, membro do Tribunal de Haya, foi um dos fundadores de Tribunal do Mundo (o del Arbitraje). Em 1912 recebeu o Prêmio Nobel da Paz quando de visita a T. Roosevelt em Bahia Oyster, sendo membro da Loja Matinecoock Nr 306 como presidente vitalício. |
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ELIO DUCOMMON - 1833/1907 - Publicista e filantropo suisso, organizador da Oficina Internacional da Paz em 1891. Por sua obra pacifista lhe foi concedido o Prêmio Nobel da Paz em 1902 compartido com Alberto Gobat. Tendo em vista não se o nome de sua Loja Mãe, serviu como Grão Mestre da Grande Loja Alpina e foi membro da antiga e famosa Loja "Modestia y Libertad" de Zurick. Jean Henry Dunant, 1828-1910, |
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EMMANUEL KANT, nasceu, estudou, lecionou e morreu em Koenigsberg. Jamais deixou essa grande cidade da Prússia Oriental, cidade universitária e também centro comercial muito ativo para onde afluíam homens de nacionalidade diversa: poloneses, ingleses, holandeses. A vida de Kant foi austera (e regular como um relógio). Levantava-se às 5 horas da manhã, fosse inverno ou verão, deitava-se todas as noites às dez horas e seguia o mesmo itinerário para ir de sua casa à Universidade. Duas circunstâncias fizeram-no perder a hora: a publicação do Contrato Social de Rosseau, em 1762, e a notícia da vitória francesa em Valmy, em 1792. Segundo Fichte, Kant foi "a razão pura encarnada". Kant sofreu duas influências contraditórias: a influência do pietismo, protestantismo luterano de tendência mística e pessimista (que põe em relevo o poder do pecado e a necessidade de regeneração), que foi a religião da mãe de Kant e de vários de seus mestres, e a influência do racionalismo: o de Leibnitz, que Wolf ensinara brilhantemente, e o da Aufklärung (a Universidade de Koenigsberg mantinha relações com a Academia Real de Berlim, tomada pelas novas idéias). Acrescentemos a literatura de Hume que "despertou Kant de seu sono dogmático" e a literatura de Russeau, que o sensibilizou em relação do poder interior da consciência moral. A primeira obra importante de Kant - assim como uma das últimas, o Ensaio sobre o mal radical - consagra-o ao problema do mal: o Ensaio para introduzir em filosofia a noção de grandeza negativa (1763) opõe-se ao otimismo de Leibnitz, herdeiro do otimismo dos escoláticos, assim como do da Aufklärung. O mal não é a simples "privatio bone", mas o objeto muito positivo de uma liberdade malfazeja. Após uma obra em que Kant critica as ilusões de "visionário" de Swedenborg (que pretende tudo saber sobre o além), segue-se a Dissertação de 1770, que vale a seu autor a nomeação para o cargo de professor titular (professor "ordinário", como se diz nas universidades alemãs). Nela, Kant distingue o conhecimento sensível (que abrange as instituições sensíveis) e o conhecimento inteligível (que trata das idéias metafísicas). Em seguida, surgem as grandes obras da maturidade, onde o criticismo kantiano é exposto. Em 1781, temos a Crítica da Razão Pura, cuja segunda edição, em 1787, explicará suas intenções "críticas" (um estudo sobre os limites do conhecimento). Os prolegômenos a toda metafísica futura (1783) estão para a Crítica da Razão Pura assim como a Investigação sobre o entendimento de Hume está para o Tratado da Natureza Humana: uma simplificação brilhante para o uso de um público mais amplo. A Crítica da Razão Pura explica essencialmente porque as metafísicas são voltadas ao fracasso e porque a razão humana é impotente para conhecer o fundo das coisas. A moral de Kant é exposta nas obras que se seguem: o Fundamento da Metafísica dos Costumes (1785) e a Crítica da Razão Prática (1788). Finalmente, a Crítica do Juízo (1790) trata das noções de beleza (e da arte) e de finalidade, buscando, desse modo, uma passagem que una o mundo da natureza, submetido à necessidade, ao mundo moral onde reina a liberdade. Kant encontrara proteção e admiração em Frederico II. Seu sucessor, Frederico-Guilherme II, menos independente dos meios devotos, inquietou-se com a obra publicada por Kant em 1793 e que, apesar do título, era profundamente espiritualista e anti-Aufklärung: A religião nos limites da simples razão. Ele fez com que Kant se obrigasse a nunca mais escrever sobre religião, "como súdito fiel de Sua Majestade". Kant, por mais inimigo que fosse da restrição mental, achou que essa promessa só o obrigaria durante o reinado desse príncipe! E, após o advento de Frederico-Guilherme III, não hesitou em tratar, no Conflito das Faculdades (1798), do problema das relações entre a religião natural e a religião revelada! Dentre suas últimas obras citamos A doutrina do direito, A doutrina da virtude e seu Ensaio filosófico sobre a paz perpétua (1795). |
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ENRICO FERMI - 1901/1954 - Matemático e cientista italiano, autor de trabalhos de investigação sobre elementos radioativos e, nesta qualidade é considerado um dos criadores da Energia Atômica. Em 1938 lhe foi concedido o Prêmio Nobel de Física. O autor especialista em História Maçônica José Ferrer Benimeli de Zaragoza assegura em sua obra "La Masoneria" que Enrico fora maçom. |
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ENRIQUE LAFONTAINE - 1854/1943 - Político e jurisconsulto belga, teve participação ativa em questões de Arbítrio Internacional. Representou eu país na Assembléia das Ligas das Nações 1920 – 1921 pelo que foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 1913. É considerado Maçom na Revista Maçonica da Grande Loja do Chile de maio-junho de 1975. |
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