| Maçons
famosos que fizeram a História |
||
|
MÁRIO MARINHO DE CARVALHO
BEHRING
28/06/1822 a 13/07/1925 (Efetivo) Nascido a 27 de junho de 1876, em Ponte Nova (MG), e falecido a 14 de junho de 1933, no Rio de Janeiro, era engenheiro agrônomo, mas não exerceu a profissão, tendo sido jornalista e tendo conseguido, por indicação, o cargo de amanuense da Biblioteca Nacional, para o qual seria nomeado através de portaria de 4 de fevereiro de 1902. Viria, em 1924, a assumir o cargo de diretor da Biblioteca, por influ ência de políticos. Foi iniciado na Loja "UNIÃO
COSMOPOLITA", de Ponte Nova, a 20 de setembro de 1898, e já
ostentava o 30º grau escocês, quando, em setembro de 1901,
chegou ao Rio de Janeiro, onde se filiou à Loja "GANGANELLI
DO RIO", do Rito Moderno da qual foi Venerável Mestre em
duas oportunidades: em 1903 e em 1910. Foi membro efetivo do Grande
Capítulo do Rito Moderno, de 7 de outubro de 1903 a 7 de junho
de 1906 . A 7 de janeiro de 1907, foi eleito membro efetivo do Supremo
Conselho do Rito Escocês. |
||
MARECHAL DEODORO DA FONSECA. Manoel Deodoro da Fonseca. (*05/08/1827 +23/08/1892). Nasceu em Alagoas (cidade) hoje Deodoro. Filho de Manoel Mendes da Fonseca. Na revolução Pioneira, integrou o Contingente destacado para combater a Revolução em Pernambuco. Em 1868 alcançou o posto de Coronel. Em 1874 foi promovido à Brigadeiro, e Marechal em 1884. Na guerra do Paraguai, distinguiu-se pela sua bravura e coragem. Quando se encontrava no Rio de Janeiro, foi procurado pelos que preparavam o Movimento Republicano. Em 14 de novembro interromperam boatos de que o Governo Imperial ordenara a prisão dos chefes do movimento, incluindo Deodoro. Ao receber a notícia, pôs-se à frente das tropas e na mesma noite foi organizado o Governo Provisório por Deodoro, proclamando-se a República. A primeira constituição foi promulgada em 24 de fevereiro de 1891, foi eleito para Presidente, Deodoro e Vice-presidente Floriano Peixoto. Tendo Deodoro nomeado para o seu ministério alguns elementos do antigo regime, provocou descontentamento, Deodoro já não mais contava com a maioria. Cresceu com isso a oposição, já existente entre Executivo e Legislativo. Compreendendo que se continuasse no poder acabaria por provocar uma guerra civil, renunciou ao cargo a favor do vice-presidente Floriano Peixoto, em 23 de novembro de 1891. |
||
MIGUEL
CALMON DU PIN E ALMEIDA (Marquês de Abrantes)
09/09/1850 a 25/08/1863 (Efetivo) Nascido em Santo Amaro, província da Bahia, em 1784, e falecido no Rio de Janeiro, em 1865, MIGUEL CALMON DU PIN E ALMEIDA foi político e ministro de Estado. Era filho de José Gabriel Calmon de Almeida e de Maria Germana de Souza Magalhães. Casou com Maria Carolina da Piedade Pereira Baia, filha dos barões de Merity, a qual casou, em segundas núpcias, com o barão do Catete. Bacharelado em Coimbra, em 1821, foi deputado provincial a partir de 1823 e senador pelo Ceará, de 1840 em diante. Ocupou o Ministério da Fazenda em 1827,1837 e 1842; em 1829 e 1862 foi titular da Pasta dos Estrangeiros e, desde 1843, foi conselheiro de Estado. Seu mais importante trabalho diplomático, na Pasta dos Estrangeiros (correspondente ao atual Ministério das Relações Exteriores), foi sua brilhante atuação, repelindo exigências absurdas da Inglaterra, no caso da prisão de oficiais britânicos da fragata "La Fone", em 1862, e na chamada "Questão Christie", de 1861 a 1865, que resultou no rompimento de relações anglo-brasileiras, depois das represália s dos ingleses, que capturaram cinco navios brasileiros. O caso “La Fonte” foi submetido ao arbi1ramento do rei Leopoldo I da Bélgica, que deu parecer favorável ao Brasil. Grande orador e dignitário do Império, recebeu as mais altas condecorações nacionais e estrangeiras tendo lido agraciado com o título de visconde e, depois, de marquês de Abrantes. |
||
| << ANTERIOR | PRÓXIMA >> | |